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Antônio Fernando: o mistério da “célula” da corrupção de Jandir Milan em outros estados

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Mato Grosso

Da Redação.

“Antônio Fernando Ribeiro traz inteligência artificial para saúde pública”.

“Antônio Fernando Ribeiro lança aplicativo para driblar problemas criados por Covid-19”.

“Antônio Fernando Ribeiro, CEO da Loglab, tecnologia pode ajudar no isolamento”.

“Antônio Fernando Ribeiro lança aplicativo para superar a crise sanitária”.

Antônio Fernando Ribeiro foi preso na manhã da última quarta-feira, dia 15.07, em uma operação conjunta envolvendo as equipes da Polícia Civil de Mato Grosso e Goiás, que cumpriu o mandado de busca e apreensão no apartamento do empresário.

“R$ 500 mil em dinheiro para um empresário em ascensão, levanta muitas suspeitas”.

As investigações da Justiça apontam que o empresário foi preso após ser contatadas irregularidades em licitações, que teriam sido destinadas para a empresa LogLab, de propriedade de Antônio Fernando Ribeiro, na prestação de serviço no Governo de Goias.

“Coincidência ou não, o mesmo seguimento de esquema de desvios de recursos públicos, que Jandir Milan é acusado em Mato Grosso”.

Para piorar a situação, que liga o “aprendiz” Antônio Fernando Ribeiro, com o mestre “Jandir Milan”, as empresas de ambos desenvolvem o mesmo sistema de prestação de serviço.

“Prestação de serviços técnicos especializados em tecnologia da informação”.

De acordo informações de bastidores, a ligação entre os empresários vai além da segmentação empresarial, já que o pai do empresário preso, Antônio Fernando Ribeiro é gerente (homem de confiança) dos negócios “ocultos” de Jandir Milan.

“Indícios apontam que Mato Grosso teria ficado pequeno para o esquema de licitação, propina e corrupção que Milan é acusado, e que provavelmente destinou uma ou mais células para outros estados”.

Pela que tudo indica, a inteligência artificial e prestações de serviços realizados pelas empresas Ábaco Tecnologia e Loglab Digital, não são eficiente, já que viraram casos de polícia, fazendo o empresário Antônio Fernandes ir parar atrás das grandes, ficando à espera do “mestre” Jandir Milan.

Em apenas um dos vários casos investigados de supostos envolvimentos em corrupção, a empresa Ábaco de Jandir Milan foi denunciada pelo Ministério Público do Estado, a ressarcir ao erário o montante de R$ 34 milhões.

“Em apenas duas investigações, Jandir Milan e Antônio Fernando Ribeiro teriam desviados juntos cerca de R$ 90 milhões”.

Isso mostra o poderio de estragos aos cofres públicos que o “Mestre” e o “Aprendiz” podem ter causado ao povo, LogLab acusa de corrupção em R$ 55 milhões no estado de Goiás, e em apenas um caso a Ábaco acusa de corrupção com R$ 34 milhões.

Jandir Milan e Antônio Fernando até que poderiam ter formado uma dupla sertaneja, mas parece que desafinaram nas questões pautadas pela ética, moral, trabalho, honestidade e bons costumes, um está cantando da gaiola, já o Milan, pelo que tudo indica, está com os dias contados para formar a dupla da delação na cadeia.

Foto: Divulgação.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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