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Adiamento da eleição suplementar “ressuscita” chance de Pedro Taques voltar a vida pública

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Da Redação.

O coronavíorus infecta a eleição suplementar ao Senado da República e muda o cenário da política em Mato Grosso, nas últimas 24 horas, já que com o adiamento da data da eleição, políticos como o ex-governador, José Pedro Gonçalves Taques poderá retornar com planos de disputar este pleito.

De acordo com informações do Tribunal Regional Eleitoral, para o candidato estar apto para concorrer a eleição suplementar, é necessário que esteja filiado a um determinado partido político, ao menos seis meses antes da data da eleição.

“Período de seis meses de filiação”.

O ex-governador José Pedro Gonçalves Taques juntamente com o presidente da Associação Mato-grossense do Municípios (AMM), Neurilan Fraga até então, não teriam dado continuidade ao processo eleitoral, porque foram barrados pelo requisito semestral imposto pelo TRE-MT.

Segundo informações de bastidores, Pedro Taques que já exerceu o cargo de Senador da República, antes de se tornar Governador do Estado, viu com a eleição suplementar, uma oportunidade de dar a volta por cima, e retornar a vida pública.

“Pedro Taques obteve na última eleição 271.952 votos”.

Especialistas de política, apontam para a tendência de um elevado número de abstenção de votos na próxima eleição suplementar, somados com a quantidade de candidatos, que naturalmente irá resultar em uma pulverização dos votos, propicia vantagens para aqueles candidatos que já possuem grupos políticos, denominados de base eleitoral.

Agora, com a suspensão da eleição suplementar, que estava marcada para acontecer no próximo dia 26 de abril, e como a definição de uma nova data ainda é uma incógnita, já que vai depender da evolução ou regressão da pandemia do coronavírus na região, muitos nomes que estavam adormecidos ou apoiando um determinado grupo, acordaram bem animados.

Desta forma, candidatos que hoje contam com os apoios tanto do ex-governador José Pedro Gonçalves Taques, como também, do presidente da AMM, Neurilan Fraga terão que rever suas estratégias políticas, porque pelo que tudo indica, esses dois nomes poderão dar continuidade aos seus projetos de participarem deste pleito, rumo ao Senado da República.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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