Mato Grosso
Prefeitura inicia entrega de Kits alimentação nas unidades educacionais
Mato Grosso
Da Redação
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Educação, começou a distribuir na última segunda-feira(23), os 18 mil kits de alimentação escolar, para os alunos matriculados nas unidades educacionais da rede pública municipal de Ensino.
Os kits vão atender aos alunos beneficiados pelo programa Bolsa Familia, do governo federal. A/s unidades educacionais vão agendar dias e horários para que os pais ou responsáveis possam buscar os alimentos.
Por medida de prevenção à disseminação do Coronavírus, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, determinou à suspensão das aulas na rede .municipal, segundo publicação do Decreto 7.846/2020, no período de 23 de março ao dia 5 de abril.
As entregas aconteceram nas 51 creches do município e também em 13 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), totalizando 2450 kits entregues.
O secretário de Educação de Cuiabá, Alex Vieira Passos, disse que servidores da Secretaria e voluntários estão mobilizados na montagem dos kits e também nas unidades educacionais.
“Nos próximos dias, as entregas continuam nas unidades educacionais onde estão matriculados ao alunos em situação de vulnerabilidade social. Para isso estamos contando com o apoio voluntários de servidores da Educação. Para a entrega aos pais, as equipes gestoras estão organizando as datas e horários para que não hajam aglomeração nas unidades e possamos cumprir as orientação dos órgão de saúde e sanitárias, quanto aos cuidados a fim de contem a disseminação do coronavírus e a determinação do prefeito Emanuel Pinheiro”, disse e Alex.
A ação determinada pelo Prefeito Emanuel Pinheiro e a primeira dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro conta com o apoio do Ministério Público Estadual.
Foto: Prefeitura CBA
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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