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Inter vira jogo contra o Caxias e vai pegar o Grêmio na final do Gauchão

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O Internacional protagonizou uma reviravolta de tirar o fôlego, vencendo o Caxias por 3 a 2 em um confronto marcado por momentos dramáticos e decisões polêmicas.

Precisando marcar para manter vivo o sonho da classificação, o Caxias encontrou oportunidade no final do primeiro tempo. Aos 38 minutos, o árbitro, com o auxílio do VAR, apontou pênalti para o time visitante, após Bruno Henrique ter bloqueado um chute com a mão. Tomas Bastos, escalado para a cobrança, demonstrou precisão e colocou a bola na rede, dando a vantagem inicial ao Caxias.

O Inter voltou ao segundo tempo com energia renovada e não deu sinais de intenção de recuar. Apenas sete minutos após o início do intervalo, em um lance que movimentou as arquibancadas, o árbitro marcou outro pênalti, desta vez para os colorados. Durante a jogada, Enner Valencia foi derrubado por Douglas na área. Sem hesitar, o próprio equatoriano assumiu a responsabilidade pela cobrança, surpreendendo o goleiro adversário ao igualar o placar aos 11 minutos do segundo tempo.

A reviravolta veio seis minutos após o empate, quando a equipe comandada por Roger Machado demonstrou todo o seu potencial ofensivo. Bernabei, com um passe preciso vindo da esquerda, cruzou rasteiro na medida certa para Vitinho, que se destacou ao se livrar da marcação adversária e finalizar com precisão, elevando o marcador para 2 a 1 em favor do Inter.

O segundo tempo, que já vinha como um espetáculo digno de uma partitura de almanaque, reservou mais emoções. Aos 33 minutos, o Colorado ampliou sua vantagem e deu os números finais ao confronto. Após um passe inteligente de Vitinho, Aguirre encontrou Enner Valencia, que, em uma jogada certeira na pequena área, não teve dificuldades em enviar a bola para o fundo da rede do Caxias.

A partida ficará marcada como um dos jogos mais emocionantes da temporada. O uso do VAR proporcionou momentos de tensão, enquanto a habilidade dos protagonistas em decisão de bola foi determinante para a virada inesquecível.

FICHA TÉCNICA

INTERNACIONAL 3 X 1 CAXIAS

Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 01/03/2025
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Roger Goulart
Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi e Fagner Bueno Cortes
VAR: Rafael Traci (SC)
Público: 29.333 torcedores
Renda: R$ 844.927,00
Cartões amarelos: Vitinho (Internacional); Alisson e Douglas (Caxias)
Gols: Enner Valencia, aos 11 e aos 33 do 2ºT, e Vitinho, aos 17 do 2º T (Internacional); Tomas Bastos, aos 40 do 1ºT (Caxias)

INTERNACIONAL:  Anthoni; Aguirre, Vitão, Victor Gabriel e Bernabei; Fernando (Ramon), Bruno Henrique (Ronaldo), Vitinho, Carbonero (Yago Noal)e Gustavo Prado (Lucca); Enner Valencia (Ricardo Mathias). Técnico: Roger Machado

CAXIAS: Victor Golas; Thiago Ennes, Alisson (Douglas), Lucas Cunha e Kelvyn; Vini Guedes (Paulinho Souza), Pedro Cuiabá, Guilherme Mantuan (Gabriel Lima) e Tomas Bastos; Calyson (Richard) e Iago (Nicholas). Técnico: Luizinho Vieira

Fonte: Esportes



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Após décadas de espera, Governo de Mato Grosso muda cenário da saúde com o Hospital Central

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O Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso em operação desde janeiro deste ano, marca um novo momento da saúde pública no estado e tem recebido diversos elogios de pacientes e seus familiares.

A moradora de Diamantino Cleonice Soares, esposa do paciente Francisco, que passou pela cirurgia robótica, considera que o atendimento da unidade traz muitos diferenciais e é melhor do que em hospitais privados.

“A gente vinha há um tempo só tratando no particular e quando surgiu a oportunidade de a gente vir para Cuiabá e fazer esse tratamento pelo SUS foi uma vantagem muito grande, algo extraordinário em nossas vidas. O lugar é fantástico, é um acolhimento que a gente não acha nem em rede particular. Todo mundo nos acolheu como alguém muito especial”, avaliou.

Voltado à medicina de alta complexidade, o Hospital Central é uma unidade estruturada para a realização de procedimentos cirúrgicos de alta precisão, com incorporação de tecnologias avançadas, incluindo cirurgia robótica, voltada ao atendimento exclusivo de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nós tiramos o Hospital Central do papel e trouxemos para Mato Grosso o que há de melhor na saúde do Brasil. Ao escolher o Einstein para administrar a unidade, elevamos o padrão da saúde pública e ampliamos o acesso a serviços de alta complexidade. O mato-grossense merece ter aqui o atendimento que antes precisava buscar fora do estado”, avaliou o governador Otaviano Pivetta.

Administrado pelo Einstein Hospital Israelita, organização filantrópica com 25 anos de atuação no SUS, o Hospital Central foi responsável pelas primeiras cirurgias robóticas feitas pela saúde pública em Mato Grosso. A primeira delas foi em fevereiro e, desde então, já são 23 cirurgias realizadas, entre urologia e ginecologia.

A cirurgia robótica traz mais precisão na realização dos procedimentos e garante uma recuperação mais ágil e confortável ao paciente. Além da urologia e da ginecologia, cirurgias pediátricas e do aparelho digestivo também serão feitas com o robô.

Outro avanço foi a realização das primeiras intervenções cardíacas pediátricas por meio do serviço de hemodinâmica, implementado em maio de 2026. A tecnologia permite procedimentos menos invasivos e menor dependência de encaminhamentos para tratamento fora do estado. São dois aparelhos no Hospital Central, sendo um deles voltado exclusivamente para procedimentos cardiovasculares. A partir do mês de julho, a previsão é ofertar pelo menos 240 procedimentos por mês dessa especialidade.

“Mais do que ampliar a oferta de serviços e atuar como referência em alta complexidade, o Hospital Central qualifica a assistência em saúde de Mato Grosso. A unidade foi estruturada para garantir atendimento humanizado, seguro e resolutivo, compatível com os mais altos padrões de qualidade”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Mais de 17 mil atendimentos já foram realizados no Hospital Central, entre consultas em sete especialidades cirúrgicas pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas, além de exames de imagens e laboratoriais e cirurgias. Pacientes de 104 municípios de Mato Grosso já foram atendidos neste hospital, o que corresponde a mais de 73% do território estadual.

Até o final de julho, a unidade hospitalar entra em sua operação plena, ampliando para 12 o total de especialidades cirúrgicas. Serão inseridos procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas. Para isso, profissionais médicos de 36 especialidades foram contratados para compor a equipe do Hospital Central, proporcionando a integralidade da assistência, com diagnósticos precisos e rápidos e qualidade assistencial diferenciada, necessária à alta complexidade.

“Temos conseguido, desde o início da operação do Hospital Central, oferecer à população de Mato Grosso serviços de excelência que ainda não estavam disponíveis no SUS do estado, ampliando o acesso e trazendo uma nova realidade à população”, comemorou a diretora da unidade, Alessandra Bokor.

Os pacientes atendidos no hospital são encaminhados pela Central Estadual de Regulação. Para isso, os usuários do SUS precisam manter atualizados seus contatos junto à unidade de saúde de sua comunidade.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no SUS por meio da gestão de unidades públicas, que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência, e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.



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