Economia
Veja Negócios destaca potência e consolida Sinop como 2ª melhor cidade de médio porte do Centro-Oeste
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O município também conquistou a segunda posição nas áreas de Habitação; Qualidade de Vida e, Infraestrutura Urbana, consolidando-se como uma das principais referências em desenvolvimento e gestão da região. Além destes quesitos, Sinop também registrou outros importantes resultados, como 3º lugar em Desenvolvimento Municipal; 3º colocado em Comércio Exterior; 3º em Capacidade de Arrecadação; 4º lugar em Renda e Emprego; 6º em Acesso Digital ao Conhecimento; 9º em Indicadores Digitais e 10º em Mobilidade Digital. Todas colocações entre as cidades de médio porte da região Centro-Oeste.
A divulgação do ranking foi recebida com entusiasmo pelo prefeito Roberto Dorner, que atribuiu o reconhecimento ao espírito empreendedor e à dedicação da população sinopense. Segundo ele, o resultado reflete o trabalho conjunto entre o Poder Público, setor produtivo e população no desenvolvimento da cidade. “Sinop sempre teve uma população trabalhadora e empreendedora. O nosso compromisso tem sido transformar essa força em planejamento, infraestrutura e serviços, para que o crescimento da cidade se converta em oportunidades e qualidade de vida para as pessoas”, destacou.
Ainda quando analisado o ranking, no quesito Geral (quando avaliado todos os municípios do Centro-Oeste), Sinop também apresenta bons resultados, como: 6º lugar em Indicadores Fiscais; 5º lugar em Capacidade de Arrecadação; 9º lugar em aplicação na Educação e Saúde; 8º lugar em Indicadores Econômicos; 8º lugar em Empresas e Negócios; 5º em Comércio Exterior; 14º em Qualidade de Vida; 14º em Habitação e, também, em Infraestrutura Urbana e 4º em Desenvolvimento Municipal.
“Esse reconhecimento nacional mostra que Sinop está no caminho certo! Temos uma cidade que cresce em ritmo acelerado, mas com planejamento, responsabilidade e compromisso com as pessoas. Cada investimento realizado pela gestão busca preparar Sinop para o futuro, garantindo desenvolvimento econômico, qualidade de vida e mais oportunidades para quem vive aqui”, pontuou o vice-prefeito Paulinho Abreu.
O levantamento avaliou os 5.570 municípios brasileiros por meio do Índice de Inclusão Social e Digital (IISD), construído a partir da análise de 253 indicadores distribuídos em quatro pilares: fiscal, econômico, social e digital. O estudo, de acordo com a revista, combina a fotografia mais recente com a evolução dos indicadores ao longo de uma década, reconhecendo tanto cidades já consolidadas quanto as que avançaram de forma consistente.
Os resultados do levantamento refletem uma série de investimentos realizados pela administração municipal desde 2021, com foco na ampliação da infraestrutura urbana, fortalecimento da saúde pública, expansão da rede municipal de ensino e criação de um ambiente cada vez mais favorável ao desenvolvimento econômico. “Os resultados apresentados pelo ranking refletem um trabalho de gestão baseado em planejamento, responsabilidade fiscal e investimentos estratégicos. Quando vemos Sinop se destacar em áreas como saúde, educação, infraestrutura, habitação e ambiente de negócios, temos a confirmação de que as políticas públicas aplicadas estão gerando grandes resultados e fortalecendo o desenvolvimento do município”, pontuou o secretário de Governo e Planejamento Estratégico, Klayton Gonçalves.
Nesse período, a Prefeitura já executou mais de 40 quilômetros de pavimentação, entregou cinco novas unidades escolares — entre elas a Escola de Tempo Integral Ivete Maria Crotti Dorner, referência em Mato Grosso —, inaugurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) Menino Jesus, avança na construção da UBS Nico Baracat e entregou um moderno Centro de Especialidades Médicas (CEM), além de promover melhorias na regulação municipal para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde.
Quanto a área econômica, além da força do agronegócio, o ranking das 100 Maiores Empresas de Sinop, elaborado pela primeira vez pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, evidencia o protagonismo de setores como comércio, construção civil, mercado imobiliário, logística, combustíveis, agroindústria e serviços. O levantamento reforça a diversificação da economia sinopense e consolida o município como um ambiente competitivo, atrativo para novos investimentos e estratégico para o desenvolvimento regional.
Economia
Redução da taxa de juros ainda é insuficiente, avaliam entidades
O quarto corte consecutivo na Taxa Selic, definido nesta quarta-feira (5) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), foi bem recebido por agentes econômicos, mas ainda é considerado insuficiente e restritivo para a expansão do setor industrial.

Em nota, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) ressaltou que a continuidade do ciclo de redução da Selic representa um sinal positivo para a atividade econômica, mas que o nível ainda elevado da taxa mantém o crédito caro e atrasa investimentos.
“O elevado custo de capital posterga investimentos, dificulta a modernização produtiva e limita a capacidade das empresas brasileiras de ganhar produtividade e competir nos mercados interno e externo. Esse quadro se reflete no desempenho da indústria de transformação, que cresceu apenas 0,4% no primeiro semestre do ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”, disse a entidade.
Na mesma linha, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lembrou que os juros estão em patamar restritivo há 55 meses, e que Selic está 3,6 pontos percentuais acima da taxa calculada com base na Regra de Taylor, estimada em 10,4%. Esta regra permite calcular uma taxa de juros que proporcione o controle da inflação sem desestimular o crescimento da economia.
“A taxa de juros real, aproximadamente de 10%, supera com folga a taxa de equilíbrio estimada pelo próprio Banco Central, de 5%, indicando que há espaço para cortes mais expressivos na Selic, sem prejuízos no combate à inflação”.
Entre as organizações de trabalhadores, a Força Sindical também classificou como insuficiente a redução de 0,25 ponto percentual na Selic. Para a central sindical, juros elevados encarecem o crédito, reduzem investimentos, desestimulam o consumo e comprometem a geração de empregos.
“Perdemos uma excelente oportunidade de promover uma redução drástica da taxa de juros, dar uma injeção de ânimo no setor produtivo e alavancar mais a economia”, disse a entidade, em nota.
Copom
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu nesta quarta-feira (5) em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, que passará de 14,25% para 14% ao ano.
Esta é a quarta vez consecutiva que o comitê reduz os juros. A decisão foi tomada em reunião na sede do BC, em Brasília.
Segundo a instituição, o novo ajuste gradual de menos 0,25 ponto é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta no próximo período.
Sobre o ambiente externo, o BC voltou a apontar o cenário de indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas.
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