Economia
Prefeitura de Sinop reforça que o SAE conta com Sala de Vacinação aberta a toda a população
Economia
A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Saúde, reforça à população que o Serviço de Assistência Especializada (SAE) também conta com uma sala de vacinação aberta ao público em geral. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, na Avenida das Itaúbas, nº 2.715, Setor Comercial, próximo ao Hospital Regional de Sinop (HRS).
Conforme destaca o coordenador de Imunização, João Breganó, apesar de estar localizada dentro do SAE, a sala de vacinação não é exclusiva para pacientes da unidade. “Às vezes as pessoas pensam que a sala de vacina do SAE é somente para quem está em atendimento ou acompanhamento ali, mas não. Ela é para toda a população em geral, não somente para pacientes do SAE. Funciona como uma sala de vacina normal, de uma unidade básica de saúde, aberta a toda a população”, explicou.
No local, estão disponíveis todas as vacinas do Calendário Nacional para crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes, além das vacinas especiais destinadas aos públicos específicos.
Para receber a vacina, basta apresentar um documento de identificação e, preferencialmente, a caderneta de vacinação, permitindo que a equipe verifique quais doses estão em dia e quais precisam ser aplicadas. “Assim como nos demais locais, a orientação é a mesma: levar a carteirinha e a documentação. Quem quiser atualizar o cartão de vacinas ou iniciar um novo cartão de vacinas, é só procurar o serviço”, acrescentou.
Além de ampliar o acesso à imunização, a sala de vacinação do SAE representa uma alternativa importante para moradores da região, que contam com um ponto de atendimento mais próximo. “Importante dizer que ali acaba sendo um ponto estratégico para os moradores da proximidade se imunizarem, já que nesse perímetro não tem uma UBS [Unidade Básica de Saúde] ou CIA [Centro Integrado de Atendimento] mais próximo”, concluiu.
Economia
Dólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no Brasil
O dólar aproximou-se de R$ 5, e a bolsa superou os 208 mil pontos nesta terça-feira (20). O desempenho positivo dos ativos brasileiros foi impulsionado pela desvalorização da moeda norte-americana no exterior, pelo fluxo de investimentos estrangeiros e pelo cenário eleitoral.

No mercado internacional, a queda do petróleo também contribuiu para o apetite por risco.
Números do dia
- Dólar comercial: R$ 5,019 (-0,58%);
- Dólar em outubro: queda de 3,02%;
- Dólar em 2026: recuo acumulado de 8,56%;
- Ibovespa: 208.295,98 pontos (+1,57%);
- Petróleo Brent: US$ 108,79 por barril (-0,69%).
Câmbio
O dólar comercial encerrou esta terça vendido a R$ 5,019, com queda de 0,58%. Esse foi o terceiro pregão consecutivo de baixa frente ao real. Durante a sessão, a moeda chegou a se aproximar de R$ 5,00, acompanhando o movimento de desvalorização no mercado internacional.
O índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de seis divisas fortes, recuava cerca de 0,26% no fim da tarde. A queda refletiu, entre outros fatores, dados mais fracos do setor imobiliário dos Estados Unidos e expectativas sobre a trajetória dos juros estadunidenses.
A redução dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, conhecidos como Treasuries, também contribuiu para o movimento. Quando esses rendimentos caem, investimentos em outros mercados podem se tornar relativamente mais atraentes, favorecendo a entrada de recursos em países emergentes, como o Brasil.
No mercado doméstico, a perspectiva de entrada de capital estrangeiro na Bolsa ajudou a sustentar o real. A movimentação ocorre em meio à expectativa dos investidores sobre os desdobramentos da disputa presidencial, que também influencia a percepção de risco dos ativos brasileiros.
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão aos 208.295,98 pontos, com valorização de 1,57%. Durante a tarde, o principal índice da B3 chegou à máxima de 208.941,57 pontos, avanço de 1,88% em relação ao fechamento anterior.
O resultado levou o índice ao maior nível desde 9 de outubro. O desempenho foi favorecido pelo ingresso de recursos estrangeiros e pelo avanço de ações de empresas sensíveis às expectativas de juros e à atividade econômica.
A expectativa de condições financeiras mais favoráveis pode beneficiar empresas que dependem de crédito e consumo. Juros menores, por exemplo, tendem a reduzir o custo de financiamento e podem estimular a atividade econômica, embora os efeitos variem conforme a situação de cada companhia.
Petróleo recua
No mercado internacional, o petróleo Brent, referência para as negociações globais, fechou em queda de 0,69%, a US$ 108,79 por barril.
A baixa ocorreu em meio a notícias sobre possíveis avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã para um acordo relacionado ao conflito no Oriente Médio. A perspectiva de redução das tensões geopolíticas diminuiu parte da pressão sobre os preços do petróleo.
Como o produto afeta os custos de energia e transporte, a queda influencia as expectativas de inflação mundial. Uma redução sustentada dos preços pode aliviar pressões inflacionárias e influenciar as decisões de política monetária das principais economias.
* com informações da Reuters
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