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Prefeitura de Sinop reforça que o SAE conta com Sala de Vacinação aberta a toda a população

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Saúde, reforça à população que o Serviço de Assistência Especializada (SAE) também conta com uma sala de vacinação aberta ao público em geral. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, na Avenida das Itaúbas, nº 2.715, Setor Comercial, próximo ao Hospital Regional de Sinop (HRS).

Conforme destaca o coordenador de Imunização, João Breganó, apesar de estar localizada dentro do SAE, a sala de vacinação não é exclusiva para pacientes da unidade. “Às vezes as pessoas pensam que a sala de vacina do SAE é somente para quem está em atendimento ou acompanhamento ali, mas não. Ela é para toda a população em geral, não somente para pacientes do SAE. Funciona como uma sala de vacina normal, de uma unidade básica de saúde, aberta a toda a população”, explicou.

No local, estão disponíveis todas as vacinas do Calendário Nacional para crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes, além das vacinas especiais destinadas aos públicos específicos.

Para receber a vacina, basta apresentar um documento de identificação e, preferencialmente, a caderneta de vacinação, permitindo que a equipe verifique quais doses estão em dia e quais precisam ser aplicadas. “Assim como nos demais locais, a orientação é a mesma: levar a carteirinha e a documentação. Quem quiser atualizar o cartão de vacinas ou iniciar um novo cartão de vacinas, é só procurar o serviço”, acrescentou.

Além de ampliar o acesso à imunização, a sala de vacinação do SAE representa uma alternativa importante para moradores da região, que contam com um ponto de atendimento mais próximo. “Importante dizer que ali acaba sendo um ponto estratégico para os moradores da proximidade se imunizarem, já que nesse perímetro não tem uma UBS [Unidade Básica de Saúde] ou CIA [Centro Integrado de Atendimento] mais próximo”, concluiu.



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Dólar cai para R$ 5,08, e bolsa recua pela quarta vez consecutiva

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O dólar voltou a cair e fechou abaixo de R$ 5,09, com o real favorecido pelos juros altos e pela valorização do petróleo. A bolsa de valores registrou a quarta queda seguida, pressionada por perdas de mineradoras.

No início do dia, o mercado reagiu a sinais de uma possível redução das tensões no Oriente Médio, mas novas declarações do presidente americano, Donald Trump, mantiveram a cautela dos investidores.

Principais números:

  • Dólar à vista: -0,42%, a R$ 5,089;
  • Ibovespa: -0,20%, aos 173.371,35 pontos;
  • Petróleo Brent: +1,27%, a US$ 89,22 o barril;
  • Petróleo WTI: +0,85%, a US$ 82,48 o barril.

Câmbio

O dólar comercial caiu 0,42%, encerrando o pregão cotado a R$ 5,089. No acumulado de julho, a moeda cai 1,42% em relação ao real. Em 2026, a desvalorização chega a 7,28%.

O movimento acompanhou a desvalorização da moeda estadunidense em relação a divisas de países emergentes, mesmo com o dólar subindo perante moedas de economias avançadas.

A moeda chegou a operar acima de R$ 5,11 na abertura, mas passou a recuar após a confirmação de que mediadores internacionais apresentaram propostas para reduzir as tensões entre Estados Unidos e Irã, diminuindo a procura global por ativos considerados mais seguros.

No cenário doméstico, a elevada diferença de juros entre o Brasil e os Estados Unidos continuou sustentando operações de carry trade, estratégia em que investidores captam recursos em países de juros baixos para aplicar em mercados com taxas mais elevadas.

Outro fator de apoio ao real foi a valorização do petróleo, que melhora a perspectiva para a entrada de dólares no país por meio das exportações. A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 526,3 milhões na terceira semana de julho, com as exportações crescendo 6,7% no acumulado do mês, impulsionadas pela indústria extrativa.

Bolsa

O Ibovespa encerrou o pregão em baixa de 0,20%, aos 173.371,35 pontos, acumulando a quarta sessão consecutiva de perdas.

O índice chegou a superar os 174 mil pontos pela manhã, impulsionado pela expectativa de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã. No entanto, perdeu força ao longo da tarde após Trump endurecer o discurso contra Teerã, aumentando novamente a cautela nos mercados.

A alta das ações da Petrobras, favorecida pelo avanço do petróleo, não foi suficiente para compensar a queda de ações de mineradoras.

Petróleo

Os contratos internacionais de petróleo fecharam em alta após oscilações ao longo do dia, refletindo as dúvidas sobre a evolução do conflito no Oriente Médio.

O Brent, referência para a Petrobras, avançou 1,27%, para US$ 89,22 o barril, depois de superar brevemente os US$ 91 durante a sessão. O barril WTI, do Texas, subiu 0,85%, encerrando o dia a US$ 82,48 por barril.

Os preços perderam parte dos ganhos após o governo iraniano confirmar que recebeu propostas de mediadores para reduzir as tensões com Washington. No entanto, a commodity voltou a subir depois que Donald Trump prometeu responder com mais intensidade a novos ataques contra militares americanos.

Também permaneceram no radar do mercado as restrições ao tráfego marítimo na região do Estreito de Ormuz e as novas ameaças dos houthis de bloquear rotas no Mar Vermelho, fatores que continuam alimentando preocupações com a oferta global de petróleo.

*Com informações da Reuters



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