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Ponte Júlio Müller terá interdição no fim de semana para obras de recomposição vinculadas ao BRT

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Ponte Júlio Müller terá interdição no fim de semana para obras de recomposição vinculadas ao BRT

Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana orienta motoristas sobre rotas alternativas durante os serviços realizados pelo Governo de Mato Grosso

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, informa que a Ponte Júlio Müller será interditada temporariamente no sentido Cuiabá neste sábado (29) e domingo (30), das 8h às 16h. A medida é necessária para a execução de serviços de recomposição da estrutura e aplicação de capa asfáltica nas faixas destinadas ao BRT.

Os trabalhos fazem parte das obras de implantação do Corredor de Transporte Público Integrado por meio do Bus Rapid Transit (BRT), executadas pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), e estão sendo realizados conforme o cronograma do consórcio responsável pela execução.

Durante o período de interdição, os motoristas que seguem em direção a Cuiabá poderão utilizar rotas alternativas para evitar o trecho bloqueado. Entre as opções estão a Avenida 31 de Março, com acesso à Ponte Sérgio Motta; a Avenida Dom Orlando Chaves, pelo Viaduto Isabel Campos, no sentido Ponte Nova; e a Alameda Júlio Müller, também com acesso à Ponte Sérgio Motta.

A Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana orienta os condutores a programarem seus deslocamentos com antecedência e a redobrarem a atenção nas vias que serão utilizadas como alternativas. A previsão é de aumento no fluxo de veículos nesses trajetos durante o período dos serviços, o que poderá provocar alterações temporárias na circulação.

A interdição ocorrerá exclusivamente durante a execução dos trabalhos programados, sendo adotadas medidas de sinalização e orientação para organizar o trânsito e minimizar os impactos na mobilidade urbana.

A Prefeitura de Várzea Grande reforça a importância da compreensão e colaboração dos motoristas e usuários do sistema viário durante a realização dos serviços, que integram as obras de infraestrutura do BRT na região.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Brasil deve voltar a ser 8ª maior economia do mundo em 2027, prevê FMI

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O Brasil deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027, deixando para trás Rússia e Itália.

A projeção faz parte do documento Perspectivas da Economia Mundial, divulgado nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro alcançará US$ 2,80 trilhões (R$ 14,65 trilhões) no ano que vem.

Em 2026, o país termina na décima posição do ranking, com PIB de US$ 2,655 trilhões.

Para 2027, a lista mantém os Estados Unidos como maior potência econômica, seguida pela China.

Confira o Top 10 das economias mundiais, segundo a projeção do FMI, instituição multilateral vinculada às Nações Unidas.

  1. Estados Unidos: US$ 34,44 trilhões
  2. China: US$ 22,94 trilhões
  3. Alemanha: US$ 5,66 trilhões
  4. Índia: US$ 4,52 trilhões
  5. Reino Unido: US$ 4,49 trilhões
  6. Japão: US$ 4,47 trilhões
  7. França: US$ 3,65 trilhões
  8. Brasil: US$ 2,80 trilhões
  9. Itália: US$ 2,77 trilhões
  10. Rússia: US$ 2,68 trilhões

A última vez em que o Brasil ficou no oitavo lugar foi em 2017. De acordo com a estimativa do FMI, o país segue na oitava posição até 2031, último ano projetado.

A melhor posição já ocupada pelo Brasil no ranking global de PIB foi a sétima posição, alcançada em 1995 e de 2010 a 2014.

Índia decola

Um dos destaques da previsão do FMI é a Índia, que salta do sexto para o quarto lugar e ultrapassa Reino Unido e Japão. Em 2031, a Índia deve tomar o terceiro lugar, da Alemanha.

Estados Unidos e China devem ocupar os dois primeiros lugares do ranking, nesta ordem, até 2031.

O que é o PIB

O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais.   

O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria. 

Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão.   

Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.  

O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.

 



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