MTI
Pesquisa institucional de avaliação dos serviços é feita pelo MTI
O objetivo é levantar oportunidades de melhorias e avanços nos serviços prestados pela empresa
Economia
A Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) iniciou a aplicação da Pesquisa institucional de avaliação da qualidade dos serviços prestados pela empresa e o nível de satisfação em relação ao atendimento. A intenção é identificar as oportunidades de melhorias e avanços na oferta de serviços.
O público-alvo foi fragmentado para dar uma visão ainda mais completa das oportunidades de melhoria para o próximo ciclo. Os questionários serão direcionados a: lideranças do governo; gestores de TI; usuários externos de serviços/cidadãos; e fornecedores.
A pesquisa será aplicada por e-mail, via questionário do Google Forms. Para os cidadãos e usuários dos serviços públicos digitais oferecidos pela MTI, o questionário será disponibilizado no site da empresa.
A pesquisa consiste em perguntas simples para que os usuários avaliem o nível de conhecimento em relação aos serviços prestados pela MTI, indiquem os principais serviços, bem como os pontos de fragilidade e sugestões de melhorias para cada um deles.
Os participantes também deverão informar se utilizam o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da empresa e qual o nível de satisfação em relação a esse serviço, além de avaliar a imagem da empresa. A pesquisa faz parte do Plano Estratégico da MTI e do Plano Anual de Trabalho (PTA).
A pesquisa ficará disponível até o dia 12 de agosto e é fundamental a participação de todos.
Clique aqui e responda a pesquisa.
Economia
Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço
O Brasil executa, até 19 setembro, uma nova etapa para ampliar a capacidade de fazer pesquisas científicas em microgravidade no espaço.

A Operação Potiguar 2, conduzida no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Parnamirim, no Rio Grande do Norte, testa, em condições reais de voo, o sistema de recuperação da Plataforma Suborbital de Microgravidade Recuperável (PSM-R).
O ambiente de microgravidade permite desenvolver pesquisas em condições diferentes das encontradas na superfície terrestre. Entre as áreas que podem se beneficiar estão estudos de materiais, fluidos, combustão, biologia, medicamentos e agricultura espacial.
A plataforma será lançada pelo veículo de sondagem VS-30 V16, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). A missão está prevista para ocorrer de 31 de agosto a 19 de setembro e tem cerca de 160 militares e servidores civis envolvidos na preparação, integração, lançamento e recuperação da carga.
O objetivo principal da segunda fase da Operação Potiguar é verificar se o conjunto responsável por recuperar a plataforma funciona conforme planejado durante um voo. A primeira fase da operação, em 2024, foi voltada principalmente à verificação de procedimentos e sistemas associados ao lançamento.
Na prática, a recuperação permite que a plataforma e os equipamentos transportados retornem para análise depois do voo. Os dados obtidos podem ajudar na avaliação dos sistemas e no desenvolvimento de futuras missões científicas em ambiente de microgravidade.
Plataforma brasileira
O VS-30 V16 tem aproximadamente 9 metros de comprimento, 600 milímetros de diâmetro e massa de cerca de 1,6 tonelada. As simulações utilizadas na preparação da missão indicam que o foguete poderá atingir aproximadamente 100 quilômetros de altitude e percorrer cerca de 90 quilômetros. A carga útil, a PSM-R, tem massa estimada em 401 quilos.
A plataforma reúne sistemas necessários para seu funcionamento durante o voo e para o retorno à superfície. Entre eles estão o sistema de recuperação por paraquedas, módulos destinados a experimentos, módulo de serviço e controle, sistema de gás frio, anéis de balanceamento e um mecanismo chamado ioiô, usado para auxiliar no controle da velocidade de rotação antes da separação da carga útil.
Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), a plataforma está relacionada ao Programa Microgravidade, que seleciona experimentos científicos e tecnológicos para serem realizados em voos suborbitais e orbitais.
Teste de recuperação
O sistema a ser avaliado durante a missão é considerado uma etapa importante para transformar a plataforma em uma estrutura capaz de apoiar diferentes experimentos científicos.
Durante o voo, os sistemas embarcados serão acompanhados por recursos de telemetria e rastreamento. Depois do retorno da carga útil, os dados coletados serão analisados pelas equipes responsáveis pela operação.
O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno também coordena procedimentos de segurança e o acompanhamento do veículo. A operação envolve sistemas de rastreamento e telemetria e exige articulação com os órgãos responsáveis pelo controle do espaço aéreo e marítimo.
Inaugurado em 1965, o CLBI foi o primeiro centro de lançamentos espaciais da América do Sul.
Segundo a FAB, a unidade já participou de mais de 400 lançamentos de foguetes e acompanhou mais de 3 mil veículos. Entre as atividades realizadas pelo centro está o rastreamento de foguetes Ariane, em cooperação com a Agência Espacial Europeia, e o apoio ao monitoramento de veículos lançados a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.
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