R$ 350 milhões
Mega-Sena da Virada: veja como apostar
O valor da aposta simples, com 6 números, é de R$ 4,50; a probabilidade de acerto é de uma em 50 milhões
Economia
A Mega da Virada de 2021 pode pagar R$ 350 milhões para quem acertar as seis dezenas. É o maior prêmio da história do concurso, o sorteio acontece hoje (31), a partir das 20h. Para jogar, é só marcar de 6 a 15 números dentre os 60 disponíveis no volante.
O valor da aposta simples, com 6 números, é de R$ 4,50; a probabilidade de acerto é de uma em 50 milhões. Já a aposta máxima, de 15 números, custa R$ 22.522,50; neste caso, a probabilidade é de 1 chance em 10.003 tentativas, segundo a Caixa. O apostador ainda pode deixar que o sistema escolha os números por meio da Surpresinha.
Para aumentar as chances de ganhar, existe a opção de adquirir os bolões comercializados apenas nas lotéricas. Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10.
Como ocorre em todos os concursos especiais, o prêmio da Mega-Sena da Virada não acumula. Caso ninguém acerte os seis números, o prêmio será dividido entre os apostadores que acertarem cinco dezenas, e assim por diante
Os jogos podem ser feitos em lotéricas de todo o país, pelo aplicativo Loterias Caixa ou pela internet. Clientes com acesso ao Internet Banking CAIXA podem fazer suas apostas pelo computador pessoal, tablet ou smartphone.
Economia
IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.
O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas.
Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul.
Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.
“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.
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