Milhões de trabalhadores vão receber

Hoje é o último dia para pagar a primeira parcela do 13º

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Nesta terça-feira (30) a primeira parcela do 13º salário será paga a 51 milhões de trabalhadores do mercado formal. A outra metade da remuneração extra precisa ser depositada até o dia 20 de dezembro.

Instituída pela lei 4.749, de 1965, a gratificação natalina beneficia todos os profissionais que tem carteira assinada, incluindo funcionários domésticos, urbanos e rurais.

Nesta parcela o valor depositado aos trabalhadores é maior que o que vai ser pago em dezembro. Isso porque a parcela representa um adiantamento. Na segunda são descontados do valor final os gastos previdenciários e do Imposto de Renda.

O valor médio que será recebido pelos profissionais depois do pagamento das duas parcelas é de R$ 2.539. De acordo com as estimativas apresentadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Neste ano cerca de 83 milhões vão receber o 13º salário neste ano, entre eles os aposentados e pensionistas que tiveram o pagamento antecipado. O número é 3,75% superior em relação ao do ano passado. Onde 80 milhões de trabalhadores tiveram direito à remuneração adicional.

Entre eles os que serão pago como gratificação natalina, R$ 155,6 bilhões (66,9% do total) serão destinados aos empregados formais, e também aos trabalhadores domésticos. Ou seja 33,1% dos quase R$ 233 bilhões, cerca de R$ 77 bilhões, serão pagos aos aposentados e pensionistas.

Neste ano, os beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tiveram a oportunidade de receber antecipadamente as duas parcelas do 13º salário, entre os meses de maio e julho.

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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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