"Compromisso"

Folha salarial de dezembro será paga na quinta-feira (29) Prefeitura de Cuiabá injetará R$ 114 milhões na economia local

Prefeitura de Cuiabá injetará R$ 114 milhões na economia local.

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Economia

Foto: Luiz Alves/Secom-CBA

A Prefeitura de Cuiabá quitará a folha salarial referente ao mês de dezembro nesta quinta-feira (29), último dia útil do ano de 2022, dos servidores públicos municipais, mantendo o compromisso firmado de efetuar os pagamentos no mês trabalhado. No total, em nove dias, o Município irá injetar R$ 114 milhões na economia local.

Já os aposentados e pensionistas da capital já receberam os proventos, que foi pago em 23 de dezembro.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, lembra que, desde que assumiu a gestão da capital em 2017, sempre honrou o compromisso de pagar os servidores até o último dia útil do mês trabalhado. “O pagamento dos salários em dia, representa respeito e todo compromisso da gestão com os servidores públicos municipais e com a sociedade pois, essa é uma ferramenta de fomento à economia”, declarou o prefeito Emanuel Pinheiro.

O chefe do Executivo Municipal destaca ainda que, o pagamento do abono salarial (popularmente conhecido como 13º salário) dos servidores públicos da Prefeitura de Cuiabá foi pago no dia 20 de dezembro, perfazendo montante de R$ 31 milhões.

“Uma clara demonstração do comprometimento que mantemos com os servidores públicos,  principais colaboradores no trabalho de prestar um serviço de qualidade e excelência à população cuiabana. Esse é um cuidado que a nossa administração vem fazendo desde o ano de 2017. Trabalhamos continuamente para melhorar cada vez mais”, concluiu Pinheiro.

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BC diz que estabilidade financeira não está em risco

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O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (27) que “não vê risco relevante” para a estabilidade financeira do país, apesar da piora dos indicadores de crédito das famílias.

Segundo o Relatório de Estabilidade Financeira referente ao primeiro semestre de 2026, o sistema financeiro continua com níveis confortáveis de capitalização e liquidez, além de capacidade de resistir a cenários adversos.

O documento mostra que os ativos problemáticos das famílias, indicador que reúne operações com atraso ou sinais de dificuldade de pagamento, aumentaram e atingiram o maior nível desde 2012 na maioria das modalidades de crédito.

De acordo com o BC, a inadimplência foi o principal fator responsável por esse movimento.

A autoridade monetária também informou que o comprometimento da renda das famílias com o pagamento de dívidas alcançou o maior nível dos últimos 21 anos.

As estimativas do banco apontam que a pressão sobre a capacidade de pagamento dos consumidores deve continuar ao longo do segundo semestre.

Resiliência

Apesar desse cenário, o BC avalia que o Sistema Financeiro Nacional permanece resiliente. As provisões constituídas pelas instituições financeiras seguem compatíveis com as perdas esperadas, enquanto os testes de estresse de capital e de liquidez indicam que os bancos mantêm capacidade de enfrentar cenários econômicos adversos.

O relatório aponta ainda desaceleração do crédito para famílias e empresas, em linha com os juros elevados e a atividade econômica mais moderada. Segundo o BC, as instituições financeiras também vêm demonstrando maior cautela na concessão de empréstimos.

Confiança

Pesquisa feita pela autoridade monetária mostra que 73% das instituições financeiras consultadas estão muito ou totalmente confiantes na resiliência do sistema.

As principais preocupações apontadas foram o risco fiscal e a possibilidade de aumento da inadimplência em um ambiente de juros elevados por um período prolongado.

Na avaliação do Banco Central, o aumento do endividamento de famílias e empresas exige cautela adicional na oferta de crédito. O órgão informou que estuda medidas voltadas aos segmentos de maior risco para reduzir situações de superendividamento e fortalecer a sustentabilidade do crédito no país.



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