média de R$ 4,81

Etanol volta a ser “lucro” em MT; Estado tem menor preço do país

A redução no consumo de etanol, refletiu nas bombas, com uma queda no valor do produto

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Economia

A queda começou a ocorrer ainda em novembro e o principal motivo foi a diminuição da demanda dos combustíveis observada a partir de outubro, com reflexos tanto na gasolina quanto no etanol. A redução no consumo de etanol, refletiu nas bombas, com uma queda no valor do produto que voltou a ser mais competitivo frente à gasolina.

A diretora executiva do Sindicato das Indústrias de Bioenergia do Estado de Mato Grosso (Sindalcool-MT), Lhais Sparvoli, explica que com o aumento do preço do combustível as pessoas passaram a otimizar o transporte ao máximo, o que gerou estabilização no consumo. De acordo com os dados da ANP, se compararmos o mês de outubro com janeiro, percebe-se uma queda de 10% na comercialização do etanol em Mato Grosso e um aumento de 22% na gasolina. Enquanto, na comparação setembro com outubro, os dois combustíveis apresentam queda, de 2% e 5%, respectivamente.

O presidente do Sindalcool-MT, Sílvio Rangel, comentou sobre a importância de ações governamentais para manter o etanol competitivo no estado.

“É importante mencionar que o Mato Grosso tem o apoio do governo, que mantém as tarifas de ICMS mais baixas do Brasil, o que garante competitividade para o setor e ampliações de investimentos pelos industriais”, explicou o presidente.

O levantamento de preço realizado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) aponta que a média de preço do etanol em Mato Grosso é a mais barata do país, estimada em R$ 4,81, com uma variação de R$ 4,49 a R$ 5,87.

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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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