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Encontro sobre futuro profissional deve reunir 15 mil jovens no Rio

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O Rio de Janeiro recebe, a partir desta segunda-feira (14), o encontro Planos pro Futuro, que busca aproximar os jovens de novas referências e caminhos para a formação e o futuro profissional.

A expectativa dos organizadores é receber cerca de 15 mil estudantes na Cidade das Artes, na zona oeste da cidade, até a quarta-feira (16), último dia do evento.
 
O encontro, que é gratuito, terá 200 painéis em nove palcos simultâneos, onde serão discutidas as experiências e possibilidades em diversas carreiras, com profissionais de mercado, especialistas e professores universitários.
 
“Serão palestras com grandes referências do mercado, acadêmicos, que vão orientar os alunos sobre as diversas profissões”, afirma Dani Flomin, um dos idealizadores do encontro.
 
Universidades do Rio de Janeiro também estarão presentes no encontro, apresentando cursos e possibilidades de bolsas em diversas áreas. Haverá ainda atividades práticas, oficinas e conversas com mentores e profissionais, que permitirão aos jovens contato mais próximo com diferentes áreas de atuação.

“O evento é voltado para alunos, principalmente de ensino médio. Cada aluno traça ali a trilha que faz mais sentido para ele, dependendo dos seus gostos, do que ele considera para a vida dele”, explica Flomin.

Também estão previstos eventos culturais, como apresentações de música e de dança, especialmente de grupos oriundos das periferias e de projetos sociais. Ao fim de cada dia, haverá um show de encerramento: Syon Trio, no dia 14; PK, no dia 15; e Tilia, no dia 16.
 
O encontro Planos pro Futuro, apoiado pelo Ministério da Cultura, ocorrerá na Cidade das Artes (Avenida das Américas, 5.300, Barra da Tijuca), das 9h às 17h.



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Confiança da indústria recua e mantém 21 meses de pessimismo

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A confiança dos empresários industriais voltou a recuar em setembro. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado nesta segunda-feira (14) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), caiu 1,4 ponto, passando de 46,3 para 44,9 pontos.

O resultado mantém o indicador abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança de pessimismo. Com isso, a indústria completa 21 meses consecutivos sem confiança, no período mais prolongado já registrado pela série desde 2015 e 2016.

Segundo a CNI, a queda foi disseminada entre os componentes do índice, atingindo tanto a avaliação das condições atuais quanto as expectativas para os próximos meses.

“Essa queda foi generalizada, verificada em todos os componentes do índice, tanto a avaliação das condições correntes quanto as expectativas”, afirmou em nota Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI.

Economia pesa

A percepção dos empresários sobre a situação econômica do país foi um dos principais fatores para o recuo do indicador. A avaliação das condições atuais da economia brasileira caiu 3,6 pontos, de 36,6 para 33 pontos.

O Índice de Condições Atuais, que mede a percepção dos empresários sobre o momento presente, caiu 2,5 pontos, de 42,7 para 40,2 pontos.

Os principais resultados foram:

• Condições atuais: 40,2 pontos, queda de 2,5 pontos;

• Economia brasileira: 33 pontos, recuo de 3,6 pontos;

• Condições das empresas: 43,8 pontos, queda de 1,9 ponto.

Expectativas pioram

O pessimismo também avançou nas perspectivas para os próximos meses. O Índice de Expectativas recuou 0,9 ponto, passando de 48,1 para 47,2 pontos.

A percepção sobre o futuro da economia brasileira caiu de 39,7 para 39,1 pontos. Já as expectativas em relação às próprias empresas tiveram queda de 1 ponto, de 52,3 para 51,3 pontos.

Confira os números:

• Índice de Expectativas: 47,2 pontos, queda de 0,9 ponto;

• Futuro da economia: 39,1 pontos, recuo de 0,6 ponto;

• Expectativas para as empresas: 51,3 pontos, queda de 1 ponto.

Efeito nos negócios

Para a CNI, as oscilações positivas registradas ao longo de 2026 não foram suficientes para alterar o cenário de desconfiança entre os empresários industriais.

Segundo a entidade, eventuais melhorias desses índices em alguns meses deste ano foram pontuais e não mudaram muito o quadro. A falta de confiança continua disseminada entre os empresários industriais.

A edição de setembro do Icei ouviu 1.186 empresas industriais de 1º a 8 de setembro de 2026. Desse total, 475 pequenas empresas, 441 médias empresas e 270 grandes empresas.

 



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