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Brasileiro gasta mais com namorado do que com a mãe

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Para o comércio, entretanto, o Dia das Mães costuma ser uma data melhor que o Dia dos Namorados

Da Redação

 

Quem merece um presente mais caro: o namorado ou a mãe? Pesquisa que analisou o perfil de compras realizadas pela internet afirma que o consumidor brasileiro gasta mais no Dia dos Namorados do que no Dia das Mães.

O levantamento da Worldpay, empresa de pagamentos eletrônicos, analisou o comportamento de compra dos consumidores na internet nestas duas datas. No ano passado, os brasileiros gastaram na semana anterior a 12 de junho 20% mais do que desembolsaram na semana anterior ao Dia das Mães.

Para a empresa, essa tendência deve se manter em 2017. O levantamento mostrou que o pico de vendas na internet ocorreu três dias antes do Dia dos Namorados, confirmando o rótulo de que o brasileiro costuma fazer compras na última hora.

Para o comércio, entretanto, o Dia das Mães costuma ser uma data melhor que o Dia dos Namorados. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o Dia das Mães é a segunda melhor data em faturamento para o varejo, ficando atrás apenas do Natal.

A entidade diz ainda que muitos casais preferem celebrar o Dia dos Namorados em bares, restaurantes, hotéis e motéis, e acabam abrindo mão da compra do presente.

A entidade informa que é difícil analisar o poder do Dia dos Namorados para movimentar a economia. Mas, ao avaliar os resultados históricos das sondagens feitas pela entidade, fica evidente a preferência dos consumidores por itens de vestuário e calçados; perfumes e cosméticos; e joias e bijuterias, além de bombons e flores na hora de presentear.

A expectativa da Fecomercio SP é que o Dia dos Namorados injete 48,6 bilhões na economia, alta real de 3% na comparação com mesmo mês de 2016.

 

 

 

Fonte: Veja

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Dólar sobe a R$ 5 e bolsa cai 2% em dia de tensão global

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O dólar fechou acima de R$ 5 e a bolsa brasileira caiu mais de 2% nesta quarta-feira (29), em um dia marcado por cautela nos mercados globais. As negociações foram influenciadas pelas tensões no Oriente Médio, pela reunião do Banco Central estadunidense e pela expectativa pela definição de juros no Brasil.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,001, com alta de R$ 0,019 (+0,4%). A cotação começou o dia estável, em torno de R$ 4,98, mas subiu após a abertura dos mercados nos Estados Unidos. Na máxima do dia, por volta das 16h, chegou a R$ 5,01.

A moeda estadunidense subiu perante as principais moedas do planeta. O movimento refletiu um cenário externo mais incerto, com impacto das tensões geopolíticas e da decisão do Federal Reserve (Fed), que manteve os juros nos Estados Unidos na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano.

Ibovespa

A Bolsa brasileira teve forte queda e atingiu o menor nível desde 30 de março, ampliando a sequência negativa recente. O Ibovespa encerrou o dia aos 184.750 pontos, com recuo de 2,05%. Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 184.504 pontos e a máxima de 188.709 pontos, em um intervalo superior a 4 mil pontos.

O índice acumula queda de 3,14% na semana e de 1,45% no mês, mas sobe 14,66% no ano. Desde a máxima histórica registrada em abril, o Ibovespa já recuou cerca de 14 mil pontos, sendo que a perda desta sessão foi a mais intensa desde 20 de março.

Petróleo

Os preços do petróleo dispararam no mercado internacional, impulsionados pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. O barril do tipo WTI, referência nos Estados Unidos, fechou cotado a US$ 106,88, com alta de 6,95%. Já o Brent, usado nas negociações da Petrobras, encerrou a US$ 110,44, avançando 5,78%.

A valorização ocorre em meio a incertezas sobre o fornecimento global da commodity, especialmente diante do risco de interrupções no fluxo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo.

Contexto global

O cenário externo concentrou a atenção dos investidores ao longo do dia. O Federal Reserve manteve a taxa de juros e sinalizou preocupação com a inflação e com o aumento das incertezas globais. Ao mesmo tempo, a intensificação do conflito no Oriente Médio elevou a volatilidade nos mercados internacionais. A alta do petróleo, acima de US$ 100 por barril, também reforçou as pressões inflacionárias.

No Brasil, o mercado acompanhava ainda a expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O corte de 0,25 ponto percentual nos juros básicos, para 14,5% ao ano, só foi divulgado após o fechamento das negociações.

*com informações da Reuters



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