economia
Após dois anos de covid-19
Economia
A covid-19 mudou a forma como nos relacionamos e mostrou que existe a possibilidade de termos mais “flexibilização” no que diz respeito à cadeia marca-fornecedor-cliente.
Os verdadeiros impactos do coronavirus no mundo ainda não são tão exatos, cada pais, estados, cidades e distritos, tem a sua porcentagem, em mortes e curas. Cada segue se reestruturando de acordo coma atitude e saúde da população.
As regiões mais estruturadas consequentemente apresentam mais estruturação e superação. Cada comercio e organização, quer voltar aos modelos antigos de padrão de trabalho e consumo. Mas é preciso cautela e compreensão.
Segundo um estudo publicado pela Fundação Dom Cabral em parceria com o Talenses Group, com 676 funcionários de diversas áreas e gerações, apenas 5% deles gostariam de voltar ao trabalho presencial como antes da pandemia, e 70% relataram estarem mais produtivos.
Depois de quase dois anos de covid e distanciamento, as pessoas aprenderam a gerir seu tempo, e consequentemente, avaliar e reavaliar o que for preciso.
Em uma pesquisa feita em 2020, 34,5% dos entrevistados falaram sobre as dificuldades de concentração. Mas em um novo estudo, apenas 9,3% dos entrevistados apontaram a mesma coisa, ou seja a diferença é significativa.
As pessoas também estão mais atentas ao bem estar e saúde mental, o que impacta a forma de se fazer negócios e na forma sobre como estreitar relacionamento com o cliente final. Dessa forma a estratégia de conteúdo de marcas esta muito valorizada.
A pandemia ainda não acabou e, além de risco para a saúde das pessoas, por isso as empresas e funcionários devem ser coerentes e cuidadosos. Pois uma mente saudável auxilia no equilíbrio, profissional e pessoal de todos, adultos e crianças.
Todos precisam aprender a organizar seu tempo, projetos e conviveu. Em 2019 foi fundada, a Qura é uma hub especializada em criar conteúdos relevantes e de qualidade para empresas, executivos, empreendedores e interessados por negócios e comunicação, com o objetivo de aproximar marcas e pessoas.
A empresa faz parte do Grupo Anga&Din4mo, holding que atua como uma plataforma de inovação e empreendedorismo focada em empreender negócios capazes de promover prosperidade social, ambiental e econômica coletiva.
Economia
IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.
O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas.
Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul.
Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.
“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.
-
Política6 dias atrásIncentivo para instalação de data centers no Brasil é aprovado pelo Senado
-
Agricultura2 dias atrásAlgodão reúne o setor para discutir preços, produtividade e novos mercados
-
Agricultura6 dias atrásMilho deve ocupar área recorde de 7,48 milhões de hectares na próxima safra
-
Economia7 dias atrásA Prefeitura de Várzea Grande informa que o pagamento dos salários dos servidores públicos municipais foi realizado nesta segunda-feira (31).
-
Política4 dias atrásAnulada criação da Floresta Nacional de Cristópolis, na Bahia
-
Agricultura4 dias atrásImpasse sobre lenha ameaça R$ 10 bilhões em novos plantios de eucalipto
-
Política3 dias atrásQuando votar é uma escolha: o direito de comparecer ou não às urnas
-
Agricultura6 dias atrásAgronegócio lidera crescimento da economia com alta de 2,8% no segundo trimestre

