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Van do Sine da Gente leva oportunidades de emprego à comunidade do bairro Residencial Itapajé e região

VAN DO SINE/CUIABÁ TEM PERCORRIDO VÁRIAS REGIÕES DA CAPITAL MATO-GROSSENSE

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Nesta terça-feira (12), a van do Sine da Gente atende a comunidade do bairro Residencial Itapajé e região. A van está no espaço da EMEB Silva Freire, na rua Bakairi, s/n. Essa iniciativa integra o programa Pra Frente Cuiabá, coordenado pela Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico.

A van oferece serviços como balcão de empregos, cadastro e captação de vagas do comércio local, Carteira de Trabalho Digital e orientação no Seguro de Desemprego.

Para se candidatar a uma vaga de emprego, basta baixar o aplicativo “Sine Fácil” ou acessar a página virtual do Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br).

Canais de atendimento Sine Municipal de Cuiabá:

Sine Shopping Popular: das 9h às 17h – Telefone e WhatsApp: (65) 3664-1503/ 99251-7480

Sine Coxipó: das 7h às 17h – Telefone e WhatsApp: (65) 3675-3113/ 99337-2799

Sine Centro: das 9h às 16h – Telefone: (65) 3321-0572

Sine da Gente (Sine móvel): toda semana em um bairro diferente de Cuiabá

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Gisa chama Bruno Rios de “moleque” e acusa vereador de fazer espetáculo

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A sessão da Câmara Municipal de Várzea Grande, nesta terça-feira (27), foi marcada por uma discussão entre os vereadores Gisa Barros (Podemos) e Bruno Rios (PL). A parlamentar chamou o colega de “moleque” e “mentiroso” e o acusou de transformar os debates na tribuna em um espetáculo para as redes sociais.

O desentendimento começou quando Bruno cobrou agilidade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na análise de projetos encaminhados pela Prefeitura que ainda aguardam parecer. Para ele, a função do colegiado é avaliar as propostas e apontar eventuais irregularidades, sem assumir a responsabilidade de corrigir os textos enviados pelo Executivo.

“A CCJ tá pra emitir parecer, não pra corrigir o projeto”, afirmou o vereador. Ele também defendeu que os integrantes da comissão formalizem por escrito os problemas identificados nas matérias, com posicionamentos favoráveis ou contrários.

A cobrança provocou uma reação de Gisa, que contestou as críticas e afirmou que parte dos projetos enviados à Câmara apresenta problemas técnicos e documentais. Segundo ela, aproximadamente oito propostas têm inconsistências que precisam ser resolvidas antes de avançarem para votação.

“Bruno, você é um moleque, mentiroso, e tem essa fama na cidade”, disparou a vereadora.

Na sequência, Gisa acusou o parlamentar de usar a tribuna para atacar os colegas e depois deixar o plenário. “Você tem o costume de vir fazer show aqui nesta tribuna e sair correndo igual um moleque. Aí você quer fazer showzinho para a sociedade. Respeita os colegas”, declarou.

A vereadora também afirmou que as críticas de Bruno tentam colocar a população contra o Legislativo, sem considerar o trabalho realizado pelas comissões para corrigir as falhas nas propostas.

“É assim que a gente trabalha, sem querer levar para a plateia para fazer corte em rede social e colocar a população contra esta Casa. Molecagem aqui, não. Até quando que vai com essa palhaçada aqui?”, questionou.

Ao defender a atuação da CCJ, a parlamentar afirmou que os integrantes da comissão têm trabalhado para ajustar os textos antes de encaminhá-los ao plenário. Segundo ela, algumas propostas chegaram à Câmara sem documentos considerados necessários para a análise.

“Pelo contrário, nós da comissão arrumamos praticamente todos, porque a gestão tem membros ineficientes, que não sabem sequer o que precisa dentro de um projeto para ser protocolado nesta Casa”, criticou.

Gisa também rebateu as cobranças de Bruno ao mencionar a passagem anterior dele pela CCJ. De acordo com a vereadora, o parlamentar teria deixado 21 projetos pendentes, que precisaram ser reorganizados posteriormente.

A discussão expôs divergências entre os vereadores sobre a responsabilidade pela demora na tramitação das propostas do Executivo. Enquanto Bruno defende a emissão de pareceres e a formalização dos problemas encontrados, Gisa sustenta que as inconsistências nos documentos precisam ser corrigidas antes de os projetos seguirem para votação.



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