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Max Russi rompe com grupo de Pivetta e anuncia candidatura própria do Podemos ao Governo de MT

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O presidente estadual do Podemos e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, confirmou o fim das tratativas políticas com o grupo liderado pelo vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e anunciou que a legenda terá candidatura própria ao Governo do Estado nas eleições de 2026.

A decisão altera o cenário da sucessão estadual, que vinha sendo desenhado a partir das articulações para a formação da chapa governista liderada pelo grupo do governador Mauro Mendes (União Brasil). Até então, o Podemos participava das conversas para integrar a composição, mas deixou as negociações após a definição da chapa encabeçada por Pivetta.

Segundo Max, o partido decidiu construir um projeto independente por entender que o Estado precisa apresentar uma nova alternativa política. Apesar de já ter afirmado que não pretende disputar pessoalmente o comando do Executivo estadual, o presidente do Podemos garantiu que a sigla terá um nome próprio na corrida pelo Governo de Mato Grosso.

O rompimento ocorreu após a confirmação do deputado federal Fábio Garcia (União Brasil) como candidato a vice-governador na chapa articulada pelo grupo governista. A escolha encerrou as negociações com o Podemos e levou o partido a deixar a base de apoio ao projeto liderado por Pivetta.

Nos bastidores, integrantes da legenda avaliam que uma candidatura própria pode abrir espaço para alianças com lideranças e eleitores que não se identificam com os principais grupos políticos envolvidos na disputa estadual. A estratégia é construir uma alternativa considerada independente para a eleição ao Palácio Paiaguás.

Apesar do anúncio, o Podemos ainda não definiu quem será o candidato ao Governo. O nome deverá ser confirmado durante a convenção partidária, quando a legenda oficializará sua chapa para as eleições.

Com a decisão de Max, a disputa pelo Governo de Mato Grosso ganha um novo capítulo. A entrada do Podemos com candidatura própria amplia o número de forças políticas em articulação e deve influenciar as futuras alianças para a sucessão estadual.



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Prefeitura abre auditoria para investigar pagamento irregular de iluminação em condomínios e descarta nova taxa

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A Prefeitura de Cuiabá instaurou uma auditoria, por meio da Controladoria-Geral do Município, para apurar pagamentos irregulares de iluminação em vias internas de condomínios fechados nos últimos cinco anos. Os valores apurados serão encaminhados ao Ministério Público para buscar o ressarcimento aos cofres públicos, e a administração reitera que não há qualquer criação ou cobrança de nova taxa para a população.

Em coletiva realizada nesta quarta-feira (23), o prefeito Abilio Brunini explicou que a medida cumpre estritamente a legislação federal e municipal, que proíbe o uso de dinheiro público para manutenção de áreas privadas.

“Não existe nenhuma taxa sendo criada ou aplicada. A prefeitura não está cobrando nada dos condomínios nem repassando custos. O que a lei determina é simples: dinheiro público não pode pagar conta de energia dentro de propriedade privada”, destacou o prefeito.

Fundamentação Legal e Auditoria

A irregularidade foi descoberta durante um trabalho técnico da Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb) para a substituição de lâmpadas antigas por tecnologia LED. Durante o mapeamento dos pontos, os técnicos constataram que a iluminação de vias internas de condomínios fechados estava sendo faturada para o município.

A prática fere o artigo 189 da Resolução nº 1.000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que veda expressamente o enquadramento de vias internas de condomínio na classe de iluminação pública.

O município ressalta que a relação de fornecimento de energia elétrica dentro dessas propriedades é exclusiva entre a concessionária Energisa e os próprios condomínios. À Prefeitura cabe apenas exigir da concessionária a devolução dos recursos pagos indevidamente ao longo dos últimos cinco anos.

Durante o levantamento, a equipe técnica também identificou inconsistências em documentos apresentados no passado para autorizar as cobranças, incluindo suspeita de falsificação de assinatura de gestores. Todo o material auditado pela Controladoria será enviado ao Ministério Público Estadual (MPE) para que adote as providências cabíveis e garanta o retorno do dinheiro aos cofres municipais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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