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“Até o fim do ano”: Pivetta confirma início da operação do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande

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O Governo de Mato Grosso prevê colocar o BRT em funcionamento entre Cuiabá e Várzea Grande ainda neste ano. A confirmação foi feita pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (24), ao destacar o avanço das obras do novo sistema de transporte coletivo.

De acordo com o governador, o primeiro trecho operacional do modal será o corredor que fará a ligação entre o Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, e o Centro Político Administrativo (CPA), em Cuiabá. A circulação será realizada nos dois sentidos.

“Na parte intermunicipal, até o final do ano vai estar funcionando. Os veículos vão estar indo e vindo por esse corredor, do aeroporto até o CPA e do CPA até o aeroporto. Esse trecho vai estar funcionando até o fim do ano”, afirmou Pivetta.

O gestor informou que o projeto já avançou para a etapa de implantação da infraestrutura necessária para receber os passageiros. Segundo ele, as ordens de serviço para construção das estações já foram emitidas e o processo para aquisição da frota está próximo de ser lançado.

A previsão é que os ônibus utilizados no sistema sejam totalmente elétricos e estejam entre os modelos mais modernos disponíveis no mercado, com recursos voltados para segurança, conforto e eficiência.

“Nós já demos ordem de serviço para a construção das estações. Estamos começando a construção dos terminais e também deveremos publicar nos próximos 15 a 20 dias o edital para aquisição dos veículos, os mais modernos existentes no mercado, mais eficientes, mais seguros e confortáveis, com Wi-Fi e ar-condicionado”, disse.

A operação inicial do BRT representa a primeira fase do projeto de mobilidade urbana planejado para a região metropolitana. Na etapa seguinte, o sistema deverá avançar pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, conectando o Coxipó à região central de Cuiabá.

Segundo o Governo do Estado, a implantação do BRT tem como objetivo modernizar o transporte coletivo, reduzir o tempo de deslocamento e oferecer uma alternativa de maior capacidade para atender a população de Cuiabá e Várzea Grande.



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Prefeitura abre auditoria para investigar pagamento irregular de iluminação em condomínios e descarta nova taxa

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A Prefeitura de Cuiabá instaurou uma auditoria, por meio da Controladoria-Geral do Município, para apurar pagamentos irregulares de iluminação em vias internas de condomínios fechados nos últimos cinco anos. Os valores apurados serão encaminhados ao Ministério Público para buscar o ressarcimento aos cofres públicos, e a administração reitera que não há qualquer criação ou cobrança de nova taxa para a população.

Em coletiva realizada nesta quarta-feira (23), o prefeito Abilio Brunini explicou que a medida cumpre estritamente a legislação federal e municipal, que proíbe o uso de dinheiro público para manutenção de áreas privadas.

“Não existe nenhuma taxa sendo criada ou aplicada. A prefeitura não está cobrando nada dos condomínios nem repassando custos. O que a lei determina é simples: dinheiro público não pode pagar conta de energia dentro de propriedade privada”, destacou o prefeito.

Fundamentação Legal e Auditoria

A irregularidade foi descoberta durante um trabalho técnico da Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb) para a substituição de lâmpadas antigas por tecnologia LED. Durante o mapeamento dos pontos, os técnicos constataram que a iluminação de vias internas de condomínios fechados estava sendo faturada para o município.

A prática fere o artigo 189 da Resolução nº 1.000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que veda expressamente o enquadramento de vias internas de condomínio na classe de iluminação pública.

O município ressalta que a relação de fornecimento de energia elétrica dentro dessas propriedades é exclusiva entre a concessionária Energisa e os próprios condomínios. À Prefeitura cabe apenas exigir da concessionária a devolução dos recursos pagos indevidamente ao longo dos últimos cinco anos.

Durante o levantamento, a equipe técnica também identificou inconsistências em documentos apresentados no passado para autorizar as cobranças, incluindo suspeita de falsificação de assinatura de gestores. Todo o material auditado pela Controladoria será enviado ao Ministério Público Estadual (MPE) para que adote as providências cabíveis e garanta o retorno do dinheiro aos cofres municipais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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