Mato Grosso

Polícia Militar dispersou 892 aglomerações de pessoas em todo o Estado de Mato Grosso

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

A Operação Dispersão IV, desenvolvida pela Polícia Militar, dispersou 892 aglomerações de pessoas em todo o Estado de Mato Grosso. De acordo com a estimativa da PM essas ocorrências somavam 4.700 pessoas.

Ao todo foram registradas 160 conduções para delegacias por descumprimento do decreto estadual 836/2021 e decretos municipais. Dessas, 100 por que promoveram aglomerações em festas clandestinas e 32 por descumprir horários de circulação nas ruas, as demais por situações diversas.

Essa etapa da Operação Dispersão mobilizou somente neste final de semana 1.520 policiais e 640 viaturas nas atividades de orientação e cumprimento das medidas de restrição como formas de minimizar a propagação do corona vírus (Covid-19).

Somente em Rondonópolis (218 km de Cuiabá), os policiais tiveram de intervir para encerrar cinco festas com aglomerações de pessoas. Os policiais agiram a partir de denúncias da população e por identificar descumprimento das medidas durante o policiamento.

Além de festas clandestinas em um bar na Rodovia do Peixe, área rural, com apreensão de droga, prisão de dois foragidos da justiça, entre outras práticas criminosas, em Rondonópolis a PM encerrou eventos de casamento, aniversário e chá revelação e de panela.

Em outras cidades, entre as quais Sorriso e Várzea Grande, também houve intervenção para encerrar festas. Em Várzea Grande, por exemplo, no bairro Parque São João, na noite deste domingo (14) a PM atuou em uma festa clandestina, supostamente de aniversário, onde havia diversos menores de idade consumindo bebidas alcóolicas e compartilhando narguilé, uma pessoa com tornozeleira eletrônica que deveria estar em prisão domiciliar, entre outras irregularidades.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

Publicados

em


O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA