Mato Grosso
Ação integrada fecha festa com mais de 300 participantes em Tapurah
Mato Grosso
Da Redação
Em ação integrada a Polícia Civil e Polícia Militar de Tapurah (433 km a médio norte de Cuiabá), interromperam uma festa com aproximadamente 300 pessoas, que acontecia em uma propriedade na zona rural do município.
O trabalho conjunto foi deflagrado após denúncia anônima e resultou na detenção da organizadora do evento, que foi conduzida por descumprimento das medidas impostas pelo decreto em razão do momento de pandemia e combate a Covid-19.
Na fazenda situada no distrito de Ana Terra, circunscrição do município de Tarupah, os policiais civis e militares flagraram cerca de 300 pessoas que estavam na festa, de forma aglomerada, sem uso de máscara facial e sem condições de distanciamento.
Inicialmente, as informações sobre o evento realizado de forma clandestina foram repassadas diretamente ao Ministério Público Estadual da Comarca local, que acionou as forças de segurança pública para averiguação dos fatos.
Chegando ao local, foi constatado a veracidade da denúncia, bem como as equipes conversaram com o advogado da responsável pelo evento. No espaço, foi verificado que não havia medidas de biossegurança e o número de pessoas ultrapassou o limite definido pelo decreto, que é de no máximo 100 pessoas.
Diante da situação, a organizadora da festa foi encaminhada à Delegacia de Polícia de Tapurah para prestar esclarecimentos.
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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