Mato Grosso

Sem médico e nem deputado Lúdio Cabral vira “falácias” digital

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

O médico sanitarista e deputado estadual, Lúdio Cabral (PT), que vem recebendo a alcunha de “Lúdio Digital” fez duras críticas nas atuações dos governos federal e estadual referente as ações de vacinação contra o Covid-19.

Dentre várias críticas, o deputado “Digital” afirmou que vai demorar cerca de três anos, para vacinar toda população de Mato Grosso, se continuar no ritmo atual.

Foto: Ronaldo Mazza

Mais um vez, o parlamentar usou da sua prerrogativa de utilização da Tribuna no Plenário Renê Barbour, para falar, discursar, apontar, criticar, cobrar, porém, como já é de rotina, mesmo sendo médico, não apresentou propostas, projetos, objetivos, uma plano real de atuação que viesse contrapor ou melhorar, o formato de trabalho que está sendo utilizado.

Na primeira onda da pandemia do coronavírus em Mato Grosso, o médico que, de tanto criticar as ações de quem estava fazendo algo, do outro lado da tela do seu aparelho de telefone, de dentro de um local seguro, de quarentena, já que seu salário de deputado permite, não cogitou nenhuma reação de deixar o paletó de parlamentar de lado, vestir o jaleco de médico e partir para cima, trabalhar na linha de frente nos atendimentos, fazendo jus ao seu juramento de salvar vidas.

“Vamos levar três anos para vacinar toda a população, se for mantido o ritmo atual. Em 2009, o Brasil vacinou 80 milhões de pessoas em 90 dias contra H1N1. Olha a diferença entre o planejamento nacional feito naquela época e o que estamos vendo agora. Há um plano nacional com muitas lacunas, que é um desserviço à história do programa de imunização do Brasil, que sempre foi referência no mundo. Há outras questões que dizem respeito ao planejamento do estado para avançar no processo de vacinação. Mato Grosso precisa evitar erros nas resoluções publicadas”, disse Lúdio.

Foto: RDNEWS

“Falar e não fazer nada, mesmo sabendo o que se deve fazer, não é um ato de coragem, compaixão e muito menos solidariedade”.

A popular frase “o feitiço virou contra o feiticeiro” é uma representatividade que pode ser utilizada pelos “braços cruzados” e discursos, de quem falou muito e fazer, fez pouco, quase nada ou nenhuma coisa.

No decorrer deste período de pandemia, ainda não se ouviu ou viu alguém falar, que o médico sanitarista e deputado teria atuado como profissional da saúde, nem mesmo com a população do Distrito de Mimoso, da cidade Santo Antônio de Leverger, que tanto estima Lúdio Cabral.

Foto: Divulgação

Agora na segunda onda da pandemia do Covid-19, a população, principalmente os eleitores, esperam compaixão do deputado e coragem do médico Lúdio Cabral, que “arregace as mangas”, deixe o telefone e a alcunha de “digital” de lado, cumprindo o seu verdadeiro papel na sociedade de salvar vidas.

Lúdio Cabral, seja como médico ou deputado foi procurado para falar sobre o assunto pela equipe de reportagem, mas até o fechamento da matéria não foi localizado.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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