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Prefeitura faz investimentos e intensifica ações para conter perdas no abastecimento de água em Várzea Grande

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Da Redação

Perdendo de cerca de 60% da água produzida para atender a população, a Prefeitura de Várzea Grande intensifica nas ações para evitar tal prejuízo aos consumires, como também realiza investimentos no Departamento de Água e Esgoto, com objetivo ampliar o fornecimento no município.

Há vários anos, que o problema de abastecimento de água potável, na “Cidade Industrial” é assunto de críticas para boa parte dos moradores, porém, o que poucos sabem, são os vários fatores que contribuem na defasagem deste fornecimento. “Fiscalizar, coibir e punir os realizadores de ligações clandestinas é uma das ações tomadas pela Prefeitura”.

De acordo com informações da Prefeitura, o desvio de água, nas redes mestres, o popular “gato”, é um dos vilões que contribuem para a crise no abastecimento, já que na sua maioria, deixam a ligação clandestina com vazamentos, que diminuem a pressão, causando o enfraquecimento, o que não deixa a água chegar em boa parte das casas.

Para evitar este transtorno, a Prefeitura estará intensificando as suas ações, tanto nas fiscalizações, como também, nos investimentos, com forma de tornar eficiente o abastecimento de água. “A produção de água pelo DAE seria suficiente para atender a população, se não houvesse cerca de 60% de perda, entre o caminho do fornecedor e consumidor”.

Outros dados que foram ressaltados, são as necessidades de trocar os encanamentos, que em boa parte, já estão envelhecidos, focar nas perdas por desvios e negociar com os inadimplentes. “Inadimplência: O DAE-VG tem cerca de R$ 80 milhões para receber dos consumidores que não pagaram suas contas”.

Praticamente todos os dias, as redes sociais divulgam vídeos, fotos, informações de regiões que estão sofrendo com a falta de água. Durante a campanha eleitoral, o prefeito Kalil Baracat se comprometeu a trabalhar, para resolver este grande problema da cidade, desde quando assumiu, em janeiro deste anos, Kalil já anunciou várias ações e investimentos para melhorar o abastecimento no município.

As cobranças constantes e o conhecimento dos problemas já existentes no fornecimento de água, levaram a Prefeitura tomar medidas mais rígidas, nas questões que implicam o fornecedor com o consumidor, pautada dentro da legalidade, já que para eles, não é justo, o consumidor correto, pagar pelo infrator.

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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