Mato Grosso

Caminhoneiro é preso pela PM após ser acusado de estuprar menina de 4 anos em pátio de empresa

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Mato Grosso

Da Redação

Um caminhoneiro de 49 anos foi preso pela Polícia Militar, nesse domingo (31), acusado de estuprar uma menina de apenas 4 anos no pátio de uma empresa na BR-163, em Sorriso (429 km de Cuiabá).

O acusado é morador do município de Arapongas, no Paraná, e estava em Mato Grosso a trabalho.

De acordo com a ocorrência, a mãe da criança tomava cerveja com o caminhoneiro quando decidiu iro ao banheiro. Neste momento, o homem teria ido até à criança, que dormia no caminhão, e cometido o abuso sexual.

Ao retornar, a mulher encontrou a filha chorando. Ao questionar o que aconteceu, a menina colocou as mãos nas partes íntimas e disse que o acusado tinha mexido.

A mulher tentou falar com o homem, que pegou o caminhão e saiu do local, sentido Sinop (cidade que fica a 100 km do local do crime).

A mãe da criança acionou a polícia, informou as características do motorista e veículo.

Em diligências, os militares conseguiram encontrar o caminhoneiro próximo ao pedágio, porém, ele não obedeceu às determinações de parada. Somente na terceira tentativa é que os policias obtiveram êxito.

Ele negou ter estuprado a menina, porém, há fortes indícios do crime.

A criança foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para receber atendimento e, em seguida, transferida para o hospital regional para exames.

O acusado for encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, responsável em investigar o crime.

(Com informações do site Só Notícias)

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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