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Fim do impasse: BRT irá substituir VLT em Cuiabá e Várzea Grande

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Da Redação

“Sai o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) e entra o BRT”, assim declarou o governador Mauro Mendes na tarde desta segunda-feira, 21.12.2020, ao anunciar após uma reunião com os representantes de Cuiabá e Várzea Grande, a mudança do modal de transporte para as duas cidades.

Desde o período que antecedeu a Copa de 2014, que a obra do VLT levantou muitas discussões e suspeitas, uns apostaram na modernização do sistema de transporte público, mesmo com o custo mais elevado, outros preferiam o BRT, com menor custo, e maior eficiência na conclusão da obra.

Entre um e outro, o povo de Cuiabá e Várzea Grande ficou apenas com os custos, o recurso público sumiu e o sonho de ter as cidades mais modernas, virou o verdadeiro pesadelo de ferragens, ferrugens, abandonos e gastos com os vagões para ficarem parados.

A decisão apresentada pelo governador Mauro Mendes é um fato que a população ficou esperando por mais de seis anos, agora cria-se uma nova esperança, uma expectativa das ferrugens darem lugar a um verdadeiro modelo de locomoção que funcione e seja eficiente.

De acordo com o governador, o VLT ficaria mais demorado, até na questão de ampliação, o BRT é mais viável, caso que não seria possível ter com a mesma agilidade no VLT.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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