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Briga por causa de mulher, acaba em pancadaria e 3 homens são presos em Cuiabá MT

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Da Redação

Seis homens de uma mesma família foram presos após uma briga generalizada no Restaurante Baronês, na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá, na noite de quinta-feira (17), dois deles têm 28 anos e os outros têm 30, 36, 41 e 44. Seus nomes não foram informados.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência por volta das 20h50, quando os militares chegaram, os envolvidos na confusão tentaram fugir, e um deles estava extremamente alterado e desacataram os policiais.

Uma testemunha relatou que todos da mesa apresentavam sinais de embriaguez, o gerente do bar relatou à PM que a briga começou após o grupo de homens mandar entregar uma garrafa de espumante para uma mulher casada na mesa ao lado.

O marido da cliente não teria gostado do presente e foi na mesa do grupo falando que não “era uma atitude legal”, conforme o boletim de ocorrência, no entanto, os homens e o marido começaram a discutir e os seguranças do estabelecimento precisaram intervir.

Os funcionários disseram que iriam fechar a conta da mesa e pediram para que eles fossem embora, porém um dos homens teria passado a mão em uma faca que estava na mesa, momento em que os seguranças empurraram o homem para fora do local.

Com isso, iniciou uma briga generalizada entre o grupo e seguranças e garçons do bar. Os homens teriam agredido os funcionários com socos, chutes e jogando mesas e cadeiras contra eles um dos garçons teve um corte na testa após ser atingido com uma cadeirada e foi encaminhado para a Policlínica do Bairro Verdão.

Um dos homens também recebeu atendimento médico na Policlínica por ferimentos causados durante a briga. Ele foi detido em seguida, segundo o B.O, os outros cinco recusaram atendimento médico e foram encaminhados para a Central de Flagrantes, onde foi registrado o boletim de ocorrência.

Durante a briga, também foram danificados um computador do Baronês, três mesas, quatro cadeiras, duas garrafas de whisky, um rack de computador e um vidro blindex. O valor total do prejuízo não foi informado.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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