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Após descobrir que namorada é abusada sexualmente pelo padrasto, jovem atira contra casa dos sogros e acaba preso

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Rapaz alega que se irritou após descobrir que namorada era abusada sexualmente pelo padrasto

Da Redação

 

Um rapaz de 19 anos foi preso pela Polícia Militar nesta quarta-feira (19), após atirar contra a casa dos pais de sua namorada. O caso aconteceu no Bairro Parque Atalaia, em Cuiabá.

Conforme consta no boletim de ocorrência, após o episódio, a sogra do rapaz acionou a PM e relatou que o suspeito estava mantendo a sua filha de 16 anos em cárcere privado.

Ela conta que o jovem foi até a casa dela para intimidá-los e atirou duas vezes. Em seguida fugiu.

Após ouvirem o relato da mulher, os policiais saíram em rondas atrás do suspeito, que foi localizado ainda próximo à casa dos sogros.

Ao abordá-lo, os policiais constataram que o rapaz estava desarmado. Ele confessou a autoria dos disparos.

Porém, em sua versão, o jovem relatou que atirou porque descobriu que a namorada estava sendo abusada sexualmente pelo padrasto.

Com isso foi dada voz de prisão ao rapaz. A arma – um revólver calibre 22, com duas munições deflagradas – foi apreendida na casa dele.

Ele responderá por ameaça, disparo e posse irregular de arma de fogo.

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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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