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Atividades presenciais nas escolas municipais continuam suspensas

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Da Redação

A suspensão das atividades presenciais nas unidades educacionais de Cuiabá –  públicas e particulares – permanece. A prorrogação até o dia 2 de agosto foi publicada por meio decreto nº 7.998, no dia 13 de junho e está vigente. O retorno das atividades presenciais nas unidades escolares depende do comportamento da Covid-19 em Cuiabá. Na manhã deste sábado (25), o  prefeito Emanuel Pinheiro explicou que a suspensão das atividades educacionais continua sendo necessária diante da real possibilidade de propagação do novo coronavírus no ambiente escola-família e visa preservar a saúde da população em razão do grande número de pessoas envolvidas nos serviços educacionais. Cuiabá possui 164 unidades educacionais na rede pública municipal de Ensino, envolvendo mais de 52 mil alunos, além de 55 mil alunos na rede privada, o que totaliza aproximadamente 107 mil alunos.

Em relação ao funcionamento dos berçários e educação infantil da rede particular, o prefeito informou que já realiza  estudo técnico para verificar a possibilidade do retorno das atividades para o mês de setembro. “A Prefeitura reconhece as dificuldades e estuda encontrar uma ferramenta de equilíbrio com responsabilidade e segurança”, pontuou.

“Respeitem as medidas de biossegurança. Se puder fiquem em casa. Façam a higiene pessoal com frequência. Isole, cuidem das pessoas pertencentes aos grupos de risco, principalmente dos idosos. Não saiam sem máscaras, utilizem o álcool gel. Evitem aglomerações de dia e de noite. Se cada um de nós formos responsáveis por nosso atos e a nossa conduta de biossegurança, vai ajudar e muito Cuiabá a combater a proliferação da Covid-19. Conte com o prefeito Emanuel Pinheiro, estou ao lado da população de Cuiabá. Com as ações da Prefeitura Municipal e apoio de todos, juntos vamos superar esse momento de crise e de muita angústia”, concluiu o chefe do Executivo Municipal.

 

 

 

 

Foto: Jorge Pinho

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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