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Uma semana após transplante, ex-governador recebe alta

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O político está em Fortaleza e fará exames em São Paulo, a partir do próximo mês

O ex-governador de Mato Grosso, Júlio Campos (DEM), que passou por um transplante de fígado no último dia 13, recebeu alta hospitalar na tarde desta terça-feira (21).

Ele estava internado no Hospital São Carlos, em Fortaleza (CE), unidade em que foi submetido ao procedimento cirúrgico para tratar de uma cirrose hepática.

Conforme apurou o MidiaNews, o democrata deve permanecer na cidade até o próximo dia 31.

De lá, ele seguirá para São Paulo para realizar exames com a equipe médica que já o acompanhava desde antes da cirurgia.

Lá, deverá ficar por aproximadamente 15 dias e depois retornará a Cuiabá.

Ainda assim, o político precisará viajar para São Paulo, provavelmente, a cada 60 dias, para realizar checkups.

Pessoas ligadas ao ex-governador afirmam que a recuperação está sendo melhor que o esperado. Ele já está, inclusive, se alimentando de sólidos.

Em um vídeo publicado no Facebook, no último sábado (17), uma das filhas de Júlio, Silvinha Campos, mostrou o pai fazendo leves exercícios de fisioterapia.

“E ainda tem gente que não acredita em milagres. Já temos alta do hospital programada”, disse ela, na legenda.

Silvinha também aproveitou para agradecer as orações e o apoio de familiares e amigos. Ela ainda citou a família do rapaz que fez a doação para o pai.

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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