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PM é acionada e retira de circulação espingardas e uma réplica em quatro cidades

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Da Redação

Policiais militares de Tangará da Serra, Alta Floresta, Querência e Guiratinga prenderam no sábado e domingo (13 e 14), quatro homens por porte ilegal de arma de fogo.

Em Guiratinga, no bairro Sebastião Dias I, a ocorrência foi atendida pela equipe do 2º Pelotão que prendeu dois homens com duas espingardas calibre 22. A dupla foi parada durante uma barreira na entrada da cidade. As asmas, oito munições e uma paca abatida estavam dentro da caminhonete GM S10. Um dos homens assumiu ter abatido o animal.  

Em Tangará da Serra, os militares do 19º BPM estavam em ronda próximo de uma fazenda quando viram um homem correndo. Ele não foi localizado e identificado. No caminho que o suspeito passou, os policiais encontraram uma espingarda calibre 32, com duas munições.  

Em Alta Floresta, os policiais do 8º BPM foram acionados para atender uma ocorrência de violência doméstica. A vítima, esposa do suspeito, disse que foi ameaça com uma arma de fogo. No local, os policiais encontraram o homem e a réplica de pistola em cima de uma lixeira.

Em Querência, a denúncia via 190 descrevia que um homem estaria ameaçando sua enteada com uma arma de fogo. O homem foi detido em flagrante e a espingarda calibre 32, apreendida. A vítima alegou que não é a primeira vez que é ameaça de morte pelo marido da mãe.

Foto: PMMT

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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