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Batalhão Ambiental prende três pessoas por poluição sonora no interior
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Da Redação
No fim de semana (06 e 07) policiais do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) prenderam três pessoas por poluição sonora, em Cáceres e Rondonópolis. Em um dos locais denunciados estava sendo realizado uma festa com aglomeração de pessoas em um clube, desrespeitando as medidas sanitárias de prevenção a Covid- 19.
Em Cáceres, a PM prendeu dois homens (37 e 21 anos) por poluição sonora e promover evento com aglomeração de pessoas, na tarde de domingo (07), no bairro Jardim Cidade Nova. Vizinhos acionaram os policiais via 190 denunciando que o som da festa estava muito alto. Os policiais se deslocaram até o clube e fizeram a aferição dos ruídos por meio de aparelho decibelímetro digital que registrou 80.4 decibéis, estando acima do volume permitido por lei.
Os militares constatam que acontecia uma festa com muitas pessoas ingerindo bebidas alcóolicas no local. O proprietário do estabelecimento e do som foram presos em flagrante. A PM apreendeu duas caixas de som, controladora DJ Pioneer, um notebook na ação policial.
Em Rondonópolis, o Batalhão Ambiental da PM foi chamado via 190 no sábado (06.06) por moradores do bairro Vila Olinda II para deter um homem que estava com o som alto em uma residência.
Os policiais foram até a residência, fizeram aferição do som que registrou 84.4 decibéis, acima do permitido pela lei. A PM identificou que a fonte poluidora era um som automotivo. O proprietário do carro (21 anos) foi detido por poluição sonora. A caixa de som automotiva foi apreendida e o suspeito entregue à Central de Flagrantes.
Foto: PMMT
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Escola Paulo Freire promove apresentações culturais inspiradas nas raízes nordestinas
Os alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Paulo Freire participaram, na manhã desta sexta-feira (21), de uma programação especial com apresentações de danças e manifestações culturais nordestinas. A atividade extraclasse movimentou a unidade escolar com apresentações de grupos formados por estudantes que participam do Programa Escola de Tempo Ampliado.
O corpo de jurados, composto pelos profissionais João Marcos de Campos Barros, Andreia da Silva e Lucimeire de Campos Silva, da Superintendência Pedagógica, ficou responsável por avaliar os trabalhos dos grupos. Entre os critérios observados estão ritmo, organização, criatividade, expressão corporal, figurino, trabalho em equipe, originalidade e desenvoltura.
A professora da oficina de danças, Juliana Proença, explicou que os alunos foram desafiados a criar os grupos, realizar pesquisas sobre os ritmos e manifestações culturais do Nordeste e, a partir desse trabalho, desenvolver as coreografias e os figurinos para as apresentações.
“Todo o trabalho foi feito por eles. Eu apenas acompanhei e orientei em alguns pontos, e acho que o resultado foi mais do que o esperado. Todos se saíram muito bem”, elogiou.
A diretora da unidade, Cristiane Costa de Jesus de Souza, destacou a importância do projeto pedagógico “Sabores, Ritmos e Saberes do Brasil” para a formação dos estudantes.
“Hoje, nossos alunos estão vivenciando um momento de muita alegria, criatividade e talento com a participação no concurso de dança. Eles deram um verdadeiro show, demonstrando muito gingado e entusiasmo em cada apresentação. Os jurados vão ter trabalho na avaliação dos grupos”, destacou.
Cristiane ressaltou ainda que a iniciativa valoriza a arte, a cultura e a expressão corporal, além de promover a integração entre os alunos e fortalecer o trabalho em equipe.
“Foi um momento especial, marcado por muita energia, talento e, principalmente, pela participação e protagonismo dos nossos estudantes”, afirmou.
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
Os alunos dos 6º e 7º anos também participaram do evento com uma apresentação especial inspirada na “Trilha do Curupira”, que representa um manifesto de resistência, mistério e proteção da Floresta Amazônica.
Antes da apresentação, uma das alunas explicou o significado da pintura corporal indígena, uma forma de linguagem visual que expressa a identidade cultural, o papel social, a espiritualidade e a conexão com a natureza de cada etnia. Segundo a estudante, a pintura funciona como uma “segunda pele” e pode mudar de acordo com o momento vivido.
PREMIAÇÃO
Durante o evento, os alunos Bruno de Souza, do 9º ano, e Evelyn Queiroz foram homenageados pela direção da Escola Paulo Freire. Os estudantes foram classificados para a etapa estadual do concurso de redação promovido pelo Ministério Público do Trabalho. Bruno foi classificado na categoria conto, enquanto Evelyn avançou na categoria poema.
“Com muito talento, dedicação e comprometimento, nossos alunos se destacaram e irão representar nossa escola na etapa estadual. Estamos imensamente orgulhosos com a participação deles nesse concurso e estamos todos na torcida”, comemorou a diretora Cristiane de Souza.
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