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Prefeitura de Rondonópolis assina convênio de R$ 107 milhões com CEF

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Da Redação.

A Prefeitura de Rondonópolis assinou na última segunda-feira (08), o convênio com a Caixa Econômica Federal (CEF) por meio do programa Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) no valor de 107 milhões de reais. Todo o montante do recurso já tem projetos para execução de obras que vão beneficiar diversas regiões da cidade, nas áreas de infraestrutura – que inclui os distritos industriais, na educação e na assistência social.

O prefeito Zé Carlos do Pátio mencionou que a liberação desse recurso se deu por conta de uma grande engrenagem formada pela Prefeitura de Rondonópolis, a Câmara de Vereadores, o senador Wellington Fagundes e também a Caixa Econômica. Ele agradeceu a compreensão de setores da classe empresarial local que acreditaram nesse projeto – Finisa – e também às bases populares.

O valor do financiamento será aplicado em obras de equipamentos públicos na área da educação, entre creches e escolas de educação infantil, em atividades de contra-turno escolar no setor da promoção e assistência social, e ainda na construção de um novo parque ambiental, conforme informou o chefe do escritório de representação de Rondonópolis em Brasília, Paulo José Correia.

O setor que vai receber boa parte volume dos recursos do Finisa será a infraestrutura com a execução de obras de drenagem e pavimentação asfáltica, sendo que, de acordo com Paulo José, somente nos distritos industriais da cidade serão aplicados cerca de R$ 30 milhões em obras.

Segundo o superintendente da CEF, José Antônio da Silva, a classificação do município de Rondonópolis com o conceito A pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) foi primordial para que a cidade conseguisse acessar o recurso. Isso coloca Rondonópolis em um rol seleto de municípios considerados bom pagadores, que prestam conta regulamente e apresentam relatórios fiscais, orçamentários entre outros.

“Nós estivemos em Brasília trabalhando em busca de recursos e o prefeito fazendo o papel importante que é promover o desenvolvimento do município. Esse recurso chega num momento em que estamos tentando salvar vidas, mas também salvar empregos e as empresas, isso será fundamental para a retomada da nossa economia”, comentou o senador Wellington Fagundes.

A assinatura do convênio com a CEF contou com participação do presidente da Câmara, vereador Cláudio da Farmácia, acompanhado de diversos vereadores, secretários municipais, representantes de entidades de classe como a Acir e a CDL, Associação dos Transportadores de Cargas (ATC), empresários e lideranças comunitárias.

Foto: Wheverton Barros – GcomRondonópolis.

 

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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