Mato Grosso

PM encontra drogas em casa de suspeito após ocorrência de furto de arma de fogo

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Mato Grosso

Da Redação

Policiais militares do 20º BPM de Juína e equipe da Força Tática prenderam dois homens e apreenderam um adolescente por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de droga, no bairro Padre Duílio.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais estavam em diligência a procura dos suspeitos envolvidos no furto de uma casa, onde os criminosos levaram armas de fogo. Os denunciados estariam em uma motocicleta Honda NXR Bros preta.

Via monitoramento, os agentes identificaram os suspeitos no bairro Setor Industrial. A espingarda tipo bereta calibre 28, estava com o garupa, o adolescente.

Com informação do adolescente, uma equipe da Força Tática foi até a casa do terceiro suspeito que estaria com a outra arma de fogo calibre 12, no bairro Módulo Cinco.

No imóvel, o suspeito denunciado ao ver a viatura, tentou se desfazer de um celular e dois tabletes de maconha.  Questionado sobre a arma de fogo, o homem disse que estaria com outra pessoa na cidade de Castalheira.

Na vistoria na casa, os policiais encontraram R$ 1,7 mil em dinheiro e dois cadernos com anotações do tráfico de droga.

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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