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Obras e ampliação avançam na Emeb Emanuel Benedito de Arruda com previsão de entrega antes do ano letivo de 2027

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Os serviços de obras, manutenção e ampliação da Emeb Emanuel Benedito de Arruda, em Várzea Grande, seguem em ritmo acelerado, com o objetivo de garantir que a unidade esteja totalmente revitalizada e ampliada antes do início do ano letivo de 2027. A equipe do setor de Obras da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL) acompanha de perto a execução dos trabalhos na escola.

Entre as intervenções já realizadas está a substituição completa do telhado da unidade. A antiga cobertura, que era de telhas de cerâmica, foi substituída por um novo material, proporcionando melhores condições estruturais e de segurança para o prédio.

A próxima etapa contempla a substituição do forro e a renovação da instalação elétrica. Os trabalhos de troca do forro já foram iniciados e avançam conforme a conclusão da parte elétrica. A unidade também passa por serviços de pintura, enquanto as próximas fases incluem a finalização do piso e dos banheiros.

De acordo com a diretora da Emeb Emanuel Benedito de Arruda, Miriam Alves Nogueira, as intervenções atendem a uma antiga necessidade da comunidade escolar e representam uma transformação importante para a unidade.

“Era um anseio da comunidade ter uma escola nova, organizada e limpinha. A escola estava precisando muito. Estamos muito felizes com tudo o que está sendo feito e, principalmente, com a ampliação, que veio no momento exato para atender à nossa demanda”, afirmou a diretora.

Além da revitalização da estrutura existente, a escola está passando por uma ampliação que deverá elevar significativamente a capacidade de atendimento. Atualmente, a unidade atende cerca de 630 estudantes e, após a conclusão dos trabalhos, a expectativa é chegar a aproximadamente 1 mil a 1,1 mil alunos.

Segundo Miriam, a ampliação já é aguardada por famílias que estão na fila de espera por vagas.

“Já temos uma fila de espera aguardando essas vagas. Com o redimensionamento, também teremos alunos que serão encaminhados para a nossa unidade. Então, a ampliação veio no momento exato”, explicou.

A assessora de Obras da SMECEL, Aliestt Rodrigues, destaca que o acompanhamento permanente da equipe busca garantir que cada etapa seja executada com qualidade e dentro do cronograma previsto.

“Estamos acompanhando de perto cada etapa da obra, desde os serviços de manutenção e adequação da estrutura existente até a ampliação da unidade. A determinação da gestão é avançar com os trabalhos para que a escola esteja preparada para receber os estudantes no ano letivo de 2027, com uma estrutura mais ampla, segura, adequada e capaz de atender à crescente demanda da comunidade”, destacou Aliestt.

Mesmo com a realização dos serviços, a gestão da unidade trabalha para preservar o calendário escolar e evitar prejuízos aos estudantes. Conforme a diretora, apenas um dia de aula precisou ser suspenso durante a execução dos trabalhos, com reposição já prevista no calendário.

“Estamos conduzindo tudo para que nossos alunos tenham garantido o direito aos 200 dias letivos. O calendário está sendo cumprido rigorosamente, com todo cuidado e olhar para que nenhuma criança se machuque ou seja envolvida em alguma situação indesejável. Todo cuidado e todo zelo estamos tendo com nossos alunos”, ressaltou Miriam.

A diretora também reconheceu o trabalho realizado pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio da SMECEL, e destacou o olhar da gestão para as necessidades da comunidade escolar.

“Só temos a agradecer à prefeita e à nossa secretária por esse olhar para a unidade. Toda a equipe que está trabalhando aqui merece nosso agradecimento. Estamos muito felizes com o resultado e com a transformação que está acontecendo na nossa escola”, finalizou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Setembro Amarelo leva acolhimento, escuta e informação sobre saúde mental à comunidade de VG

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Uma manhã de acolhimento, escuta e muita emoção marcou a ação do Setembro Amarelo realizada na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Isabel, em Várzea Grande. Coordenada pela equipe da unidade, sob responsabilidade da enfermeira Cida Campos, a programação levou informações sobre saúde mental para perto da comunidade de forma leve, participativa e descontraída.

A atividade começou com um alongamento conduzido pelo professor de Educação Física Jonas, preparando os pacientes para uma manhã de interação. Em seguida, a equipe propôs a dinâmica “Explosão de Alívio: você não está sozinho”.

Em um painel, balões traziam palavras que representam sentimentos e situações vivenciadas por muitas pessoas, como medo, raiva, ansiedade e insegurança. Cada participante escolhia um balão relacionado ao sentimento que estava enfrentando naquele momento. Ao estourá-lo, encontrava uma mensagem de encorajamento, como forma de enfrentar e ressignificar aquela emoção.

Depois, a atividade continuava com uma corda, utilizada pelos participantes para extravasar os sentimentos. A proposta era colocar para fora aquilo que, muitas vezes, fica guardado.

A aposentada Maria Lúcia Zanon Ramos, de 64 anos, participou da dinâmica e lembrou de um momento em que precisou do acolhimento da equipe da unidade durante um tratamento para depressão. Segundo ela, após suspender a medicação por conta própria, chegou à unidade nervosa e chorosa e encontrou profissionais dispostos a ouvi-la e orientá-la.

“Quando fiz tratamento de câncer, também precisei muito de pessoas que me ouvissem. Eu precisava falar, desabafar. Então, quando a gente encontra um amigo, uma pessoa que dá atenção, isso é muito importante”, contou.

Na dinâmica, Maria Lúcia escolheu a mensagem “Bota para fora tudo que está dentro do meu coração”. Depois, usou a corda para representar esse momento de colocar para fora aquilo que sentia.

“Eu sacudi aquela corda com toda a força para botar para fora tudo o que sinto dentro de mim”, relatou.

Atenção aos sinais começa dentro de casa

Durante a programação, o médico de família Anderson Leal também conversou com os pacientes sobre a importância de observar mudanças de comportamento, palavras e atitudes de familiares e pessoas próximas.

Ele reforçou que sinais de sofrimento emocional não devem ser ignorados e que buscar ajuda é fundamental. As unidades de saúde podem realizar o acolhimento, orientar e encaminhar os pacientes quando necessário, de acordo com cada situação.

Para a gerente da unidade, Maristela de Moraes, realizar ações como essa junto à comunidade faz parte do papel da saúde pública.

“É muito importante a unidade estar à frente de ações como essa, próxima da comunidade, principalmente para tratar de um assunto tão importante como o Setembro Amarelo. Nosso papel como saúde é acolher, orientar e encaminhar os pacientes que estão enfrentando problemas como depressão e ansiedade”, destacou.

Olhar atento pode ajudar a identificar sinais

A responsável técnica da unidade, enfermeira Cida Campos, ressalta que o cuidado com a saúde mental precisa acontecer durante todo o ano, e não somente em setembro.

“É muito importante que toda a equipe se mobilize, tanto pelos profissionais da saúde quanto pela população que precisa de ajuda. Temos que estar aqui de braços abertos para acolher, dar um abraço e uma palavra de conforto. O Setembro Amarelo reforça essa atenção, mas esse cuidado precisa existir o ano inteiro”, afirmou.

Cida também chama a atenção para a necessidade de profissionais e familiares observarem mudanças no comportamento, principalmente entre adolescentes. Segundo ela, a unidade já recebeu casos de adolescentes em sofrimento emocional que apresentavam sinais de automutilação.

Em um dos casos, uma adolescente chegou acompanhada pela coordenadora da escola. Ela era retraída, falava pouco e costumava usar blusas de manga comprida mesmo em dias de calor. A escola não havia identificado inicialmente o motivo do comportamento, mas buscou a unidade para pedir orientação.

A equipe realizou o acolhimento e, diante dos sinais identificados, fez o encaminhamento adequado para acompanhamento especializado.

“É muito importante nós, profissionais da saúde, estarmos atentos. Muitas vezes, os adolescentes usam blusas de frio, capuz ou mangas compridas para esconder as marcas. Precisamos ter essa percepção no olhar e prestar atenção às mudanças de comportamento”, explicou Cida.

Quando necessário, os casos são encaminhados para os serviços da Rede de Atenção Psicossocial, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), além de acompanhamento com profissionais especializados e ações integradas ao Programa Saúde na Escola.

A ação no Jardim Santa Isabel mostrou que falar sobre saúde mental também pode ser uma oportunidade para criar vínculos, estimular a escuta e lembrar que ninguém precisa enfrentar sozinho sentimentos que parecem difíceis de suportar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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