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Prefeitura de Sinop promove visita técnica em Nossa Senhora do Livramento para fortalecer turismo rural e agricultura familiar

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, promoveu no último sábado (1º) uma visita técnica ao município de Nossa Senhora do Livramento para conhecer o projeto ‘É de Livramento’, iniciativa que conecta agricultura familiar, gastronomia e turismo como estratégias de fortalecimento da economia local e valorização dos produtores rurais.

A atividade integra o projeto nacional Agentes de Roteiros Turísticos, desenvolvido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), e contou com a participação de associados da Cooperativa da Agricultura Familiar de Sinop (Cooperafs), com o objetivo de estruturar experiências turísticas e promover o desenvolvimento sustentável dos territórios.

Durante a programação, os participantes conheceram experiências que transformaram a produção rural em atrativos turísticos e oportunidades de geração de renda. A visita teve início na Quinta da Cartucheira, onde a comitiva acompanhou o trabalho desenvolvido por uma família produtora de queijos artesanais. Na sequência, o grupo visitou o Centro de Comercialização de Livramento, espaço que reúne produtores locais e impulsiona o turismo de base comunitária.

No período da tarde, os participantes conheceram a Indústria Campo Alegre, referência na produção artesanal de doces da região. A programação foi encerrada à noite na tradicional Feira É de Livramento, que reúne produtores rurais, artesãos e empreendedores locais em um ambiente voltado à valorização da cultura, da gastronomia e dos produtos regionais.

Para a diretora de Turismo da Prefeitura de Sinop, Leidiane Viegas, a visita técnica contribui para a construção de novas estratégias de desenvolvimento do turismo rural e de base comunitária em Sinop. “Conhecer projetos bem-sucedidos como o ‘É de Livramento’ é fundamental para que possamos identificar oportunidades e fortalecer a integração entre turismo e agricultura familiar em Sinop. A valorização da cultura, da gastronomia e dos produtores locais é um caminho importante para promover o desenvolvimento sustentável e gerar novas experiências para moradores e visitantes”, afirmou.

A consultora do Sebrae, Amanda Maciel, ressaltou que o projeto faz parte de uma estratégia nacional voltada à valorização das potencialidades de cada território. “O projeto Agentes de Roteiros Turísticos busca transformar as riquezas culturais, gastronômicas e produtivas em experiências capazes de gerar renda e desenvolvimento, fortalecendo a agricultura familiar e a produção associada. O ‘É de Livramento’ é um exemplo de como a união entre instituições, produtores e poder público pode fortalecer um território”, explicou.

A produtora rural e cooperada da Cooperafs, Lia Cerelia, destacou a importância da troca de experiências entre os municípios. “Participar de iniciativas como essa nos inspira a enxergar novas possibilidades de rendas e experiências em nossa comunidade e alavancar a agricultura familiar. Trabalhar o turismo irá fortalecer a união e troca de conhecimentos entre famílias. Foi muito bom participar e agradecemos a Prefeitura e Sebrae por nos proporcionar essa experiência maravilhosa que com certeza iremos colher bons frutos”, afirmou.

O secretário municipal de Cultura e Turismo de Nossa Senhora do Livramento, José Eugênio Maciel, enfatizou que o projeto ‘É de Livramento’ demonstra como a integração entre poder público, produtores e instituições pode gerar resultados concretos para o desenvolvimento local. “Receber os produtores da agricultura familiar de Sinop em Nossa Senhora do Livramento é motivo de grande alegria. O projeto ‘É de Livramento’ nasceu para valorizar nossos produtores, preservar nossa identidade e transformar a agricultura familiar em uma experiência que fortalece a economia, a cultura e o turismo do município. Compartilhar essa iniciativa com outros municípios é uma oportunidade de mostrar que, quando trabalhamos de forma integrada, geramos desenvolvimento, renda e valorização das pessoas que vivem e produzem no campo. Esperamos que esta visita seja inspiradora e fortaleça ainda mais o desenvolvimento da agricultura familiar de Sinop”, afirmou.



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Dólar sobe para R$ 5,22 e atinge maior nível desde março

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Em um dia de turbulências no exterior, o dólar ultrapassou a barreira de R$ 5,20 e fechou em R$ 5,22 – maior nível em quase seis meses. A bolsa recuou pela quarta vez consecutiva.

A moeda acompanhou o movimento de fortalecimento do dólar no exterior, em um dia marcado pela aversão ao risco, pela alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e pelas incertezas envolvendo as negociações entre Estados Unidos e Irã.

O petróleo também terminou o dia em alta, embora distante das máximas alcançadas durante a sessão.

Confira os principais números:

  • Dólar à vista: R$ 5,226 (+0,83%);
  • Ibovespa: 182.991,13 pontos (-0,26%);
  • Petróleo tipo Brent: US$ 97,83 (+0,40%);
  • Petróleo tipo WTI: US$ 92,60 (+0,21%).

Cotação

A moeda estadunidense avançou desde o início dos negócios e chegou a superar R$ 5,22 ainda durante a manhã. O dólar comercial subiu 0,83%, encerrando esta segunda-feira (28), vendido a R$ 5,226, no maior fechamento desde 30 de março.

O movimento acompanhou a valorização do dólar frente a outras moedas de países emergentes. O índice que mede o desempenho da moeda estadunidense contra uma cesta de seis divisas subia 0,05%, às 17h04.

No exterior, a elevação dos rendimentos dos títulos de 10 anos do Tesouro dos EUA contribuiu para um ambiente menos favorável aos ativos de maior risco. O rendimento do Treasury de dez anos terminou o dia em 5,2319%, ante 5,181% na sexta-feira (25).

Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil.

No cenário doméstico, as atenções também permaneceram voltadas para as eleições presidenciais, sem que os dados das pesquisas divulgadas ao longo do dia alterassem o cenário de disputa acirrada.

O Banco Central informou ainda que o Brasil registrou déficit de US$ 5,055 bilhões em transações correntes em agosto. O investimento direto no país, por outro lado, somou US$ 7,396 bilhões no mês.

No boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada toda segunda-feira pelo Banco Central, a projeção mediana para o dólar no fim deste ano permaneceu em R$ 5,20.

A estimativa para a inflação de 2026 subiu de 4,92% para 4,99%, enquanto a previsão para 2027 passou de 4,30% para 4,31%.

Ibovespa recua

O Ibovespa terminou o pregão em queda de 0,26%, aos 182.991,13 pontos, após oscilar entre a mínima de 181.931,36 e a máxima de 184.094,65 pontos.

Com o resultado, o principal índice da Bolsa brasileira acumulou o quarto pregão consecutivo de baixa. Apesar da sequência negativa, o Ibovespa mantém alta de 3,14% em setembro e de 13,57% no ano.

O ambiente externo pressionou os mercados acionários, com queda das bolsas em Nova York e alta dos juros dos títulos estadunidenses. O S&P 500, índice das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, terminou a sessão em baixa de 0,77%.

No mercado brasileiro, a alta do petróleo ajudou a sustentar as ações de empresas do setor. O índice Small Caps, que não inclui Petrobras em sua composição, caiu 1,2% no dia.

Petróleo avança

O petróleo fechou em alta nesta segunda-feira, mas reduziu os ganhos ao longo do dia. O movimento ocorreu em meio às incertezas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã e às dificuldades para normalizar o tráfego pelo Estreito de Ormuz.

O barril do tipo Brent para dezembro, referência para negociações internacionais, subiu 0,40%, para US$ 97,83. O barril WTI, do Texas, avançou 0,21% para US$ 92,60.

O produto chegou a registrar ganhos mais fortes durante a sessão, mas perdeu parte da valorização após informações sobre possíveis avanços nas negociações entre Washington e Teerã e sobre medidas para ampliar a oferta de petróleo.

A Arábia Saudita também retomou o bombeamento do oleoduto Leste-Oeste, com fluxo estimado em cerca de 3,5 milhões de barris por dia. Os carregamentos de exportação foram retomados no porto de Yanbu, no Mar Vermelho.

Apesar dos sinais de aumento da oferta, as restrições à navegação em Ormuz e as tensões no Oriente Médio mantiveram o mercado de petróleo sob pressão e contribuíram para a volatilidade dos preços ao longo do pregão.

*com informações da Reuters



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