Economia
Entregador pode acessar crédito para moto e bicicleta a partir de hoje
Economia
As agências bancárias e instituições financeiras credenciadas começam a ofertar nesta segunda-feira (27), as linhas de financiamento de moto, motoneta, ciclomotor ou bicicleta elétrica produzidos no país, com condições facilitadas pelo programa Move Brasil.

A política pública permite que entregadores ciclistas, motoapps, mototaxistas e motofretistas profissionais acessem financiamento para trocar seus veículos por modelos novos e mais sustentáveis.
Para fazer o pedido de financiamento é necessário já estar cadastrado no programa, por meio da conta gov.br. Também é necessário já ter recebido a confirmação de que é elegível ao Move Brasil, emitida em até 5 dias úteis.
Após essas etapas, o trabalhador já pode ir à Caixa, Banco do Brasil ou outra instituição financeira credenciada para análise de crédito e contratação do financiamento. É necessário que o veículo escolhido para financiar seja produzido no Brasil, a partir de 2024.
Confira mais informações sobre o assunto no Repórter Brasil Tarde, da T V Brasil
De acordo com as regras do programa, o recurso é liberado diretamente ao fornecedor do bem. A aprovação do financiamento é sujeita à análise de credito do banco ou instituição financeira, que define os documentos necessários para o pedido de financiamento.
Após a contratação, o trabalhador só começará a pagar as parcelas em 60 dias e o prazo para pagar o valor adquirido é até 4 anos, com juros de 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres.
Economia
Dólar fecha no maior valor em duas semanas com queda no petróleo
O mercado financeiro terminou a segunda-feira (27) em direções opostas. O dólar voltou a subir e atingiu o maior nível em duas semanas, pressionado pela forte queda do petróleo e pelo cenário externo. A bolsa avançou, sustentada por ações de bancos e de mineradoras.

No mercado internacional, o petróleo despencou mais de 6% após sinais de trégua entre Estados Unidos e Irã reduzirem os temores sobre interrupções na oferta global da commodity (bem primário com cotação internacional).
Dólar avança
O dólar à vista encerrou esta segunda vendido a R$ 5,113, com alta de 0,62%. A cotação está no maior nível desde o último dia 13.
Apesar da valorização diária, a moeda norte-americana ainda acumula queda de 0,98% em julho e de 6,86% em 2026.
A desvalorização do real ocorreu na contramão de outros ativos domésticos. A principal pressão veio do recuo do petróleo, que reduz a atratividade da moeda brasileira por afetar os termos de troca do país, um dos exportadores líquidos do produto.
Além disso, o mercado acompanhou a expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), marcada para quarta-feira, e continuou monitorando os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, além do cenário político doméstico.
No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, terminou em leve alta.
Ibovespa sobe
Enquanto o câmbio refletiu a perda de força das commodities, a bolsa brasileira encontrou suporte no ambiente externo mais favorável ao risco.
O Ibovespa subiu 0,74%, encerrando o pregão aos 175.334 pontos, com volume financeiro de R$ 19,2 bilhões.
O avanço foi liderado pelas ações de bancos e de mineradoras, que compensaram a forte queda dos papéis ligados ao setor de petróleo.
A melhora do humor dos investidores ocorreu após o anúncio de uma pausa nos ataques entre Estados Unidos e Irã, alimentando expectativas de retomada das negociações diplomáticas.
O mercado também continuou atento à expectativa pela reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense), que pode sinalizar os próximos passos da política monetária norte-americana.
Petróleo despenca
Os contratos internacionais de petróleo registraram forte correção depois da disparada observada na semana passada.
O Brent, referência para a Petrobras, caiu 6,33%, encerrando o dia a US$ 85,87 por barril. O WTI, do Texas, recuou 7,50%, para US$ 82,61.
A queda foi motivada pelo anúncio de uma pausa nos ataques dos Estados Unidos contra o Irã e pela perspectiva de retomada das negociações diplomáticas entre os dois países.
O presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que Washington mantém conversas com Teerã e indicou haver possibilidade de um acordo, reduzindo temporariamente o prêmio de risco embutido nas cotações da commodity.
Apesar do recuo expressivo, o mercado continua atento à situação no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz segue operando com restrições, e persistem preocupações com a segurança das rotas marítimas utilizadas para o transporte de petróleo, mantendo elevada a volatilidade do produto.
* com informações da Reuters
-
Política4 dias atrásRetrospectiva: Câmara aprovou no primeiro semestre regras para definir valor da pensão alimentícia
-
Cidades5 dias atrásPrefeito de Cuiabá recebe policiais que iniciam estágio operacional em Motopatrulhamento Tático
-
Política5 dias atrásPolícia Civil prende foragido por roubo em Poconé
-
Cidades5 dias atrásAvenida Miguel Sutil terá interdição para continuidade das obras do Complexo Leblon
-
Política5 dias atrásTribunal do Júri de Carlinhos Bezerra é remarcado após abandono da defesa durante sessão
-
Política5 dias atrásMedida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
-
Cidades5 dias atrásDecretos convocam plebiscitos para desmembramento de Nova Poxoréu e Ilhas de Ocupação
-
Cidades3 dias atrásServidoras da Assistência Social recebem capacitação para fortalecer atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade

