Economia
Prefeitura de Sinop oferece mais de 500 vagas de emprego pelo Sine nesta quarta-feira (15)
Economia
A Prefeitura de Sinop disponibiliza, nesta quarta-feira (15), 503 vagas de emprego por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. As oportunidades contemplam diferentes áreas e atendem candidatos com variados níveis de escolaridade e experiência profissional.
As vagas estão distribuídas entre os setores de comércio, serviços, indústria, construção civil, transporte e logística. Entre as funções com maior número de oportunidades estão: auxiliar operacional de logística (50), auxiliar de limpeza (25), atendente de lanchonete (22), servente de obras (21), ajudante de obras (20), operador de caixa (20), auxiliar de cozinha (15), auxiliar de linha de produção (14), atendente do setor de hortifrutigranjeiros (14), empacotador à mão (14), atendente de padaria (12), vendedor pracista (12) e auxiliar de estoque (11).
Ao todo, as 503 oportunidades estão distribuídas em cerca de 100 ocupações, contemplando desde funções operacionais até cargos técnicos e de liderança. Entre as vagas que já informam previamente a remuneração, há oportunidades para encarregado de manutenção, com salário de R$ 5 mil; mecânico diesel, com remuneração de R$ 4.500, além de comissão, horas extras e cesta básica; técnico de segurança do trabalho, com salário de R$ 3 mil; operador de caixa, com remuneração de R$ 2.124,79; e recepcionista/secretária, com salário de R$ 1.710.
Os interessados devem comparecer ao Sine Sinop, localizado no Ganha Tempo, na Avenida das Acácias, nº 280, no bairro Jardim Botânico. É necessário apresentar documentos pessoais e currículo atualizado para participação nos processos de encaminhamento. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, por ordem de chegada. As vagas também podem ser consultadas no aplicativo Sine Fácil e no portal Emprega Brasil.
Economia
Orçamento de 2027 limita reajuste real de servidores públicos
A estimativa de déficit primário em R$ 52 bilhões em 2026 fez o governo federal propor, em 2027, um gatilho para o crescimento das despesas com servidores públicos. Os pagamentos não poderão crescer 0,6% acima da inflação.

A medida consta do projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, enviado nesta segunda-feira (31) ao Congresso Nacional.
Instituído pelo Artigo 6 do arcabouço fiscal, o mecanismo é acionado quando o governo registra déficit primário, resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública. Como houve resultado negativo em 2025 e há previsão de novo déficit em 2026, a limitação deverá valer para 2027.
O gatilho só poderá deixar de ser aplicado quando as contas públicas voltarem a registrar superávit primário.
Limite aos salários
Pela regra, enquanto houver déficit primário até 2030, as despesas com pessoal não poderão crescer mais de 0,6% ao ano acima da inflação. O limite abrange gastos com servidores ativos, aposentados e pensionistas, mas não abrange o pagamento com sentenças judiciais, nas quais estão incluídas os precatórios.
Na prática, a regra impede que o governo conceda, em 2027, reajustes que representem ganho real para o funcionalismo federal, caso as contas permaneçam no vermelho.
Como funciona
O déficit primário ocorre quando as receitas do governo ficam abaixo das despesas, sem considerar o pagamento de juros da dívida pública. Já o superávit primário acontece quando as receitas superam as despesas, também sem levar em conta os juros.
O arcabouço fiscal, aprovado em 2023, estabelece que o crescimento das despesas deve corresponder a até 70% da alta das receitas, respeitado o limite de 2,5% ao ano acima da inflação.
No fim de 2024, o Congresso aprovou novas regras para reforçar o controle das contas públicas. Entre elas está a restrição a incentivos e benefícios tributários em caso de déficit primário, além do limite para o crescimento das despesas com pessoal.
Acordo com categorias
A restrição ocorre após o governo ter firmado, em 2024, acordos salariais com a maior parte dos servidores do Executivo federal. As negociações contemplaram reajustes para 2025 e 2026 e reestruturações de carreiras.
Na época, o governo informou que os acordos alcançavam 98,2% dos servidores federais. A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, afirmou que as negociações garantiriam a reposição da inflação durante o mandato, além de ganho real para as categorias.
Com a nova limitação fiscal, porém, o espaço para novos aumentos acima da inflação em 2027 fica reduzido enquanto o governo permanecer em situação de déficit primário.
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