Economia

Prefeitura de Sinop participa de atendimento técnico do Ministério do Turismo para fortalecer gestão do setor

Publicado em

Economia


A Prefeitura de Sinop, por meio da Diretoria de Turismo da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, participou nesta terça-feira (7), em Cuiabá, do atendimento técnico promovido pelo Ministério do Turismo (MTur). A iniciativa reuniu gestores públicos, empreendedores e profissionais do setor de diversos municípios mato-grossenses para apresentar ferramentas, programas e estratégias voltadas ao fortalecimento da atividade turística.

Representaram o município a gestora de projetos da Diretoria de Turismo, Marielle Vargas, e o presidente do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), Mauro Dal Agnol. A participação fortalece a integração entre o poder público e a governança turística na busca por políticas que impulsionem o desenvolvimento sustentável do turismo em Sinop.

A gestora de projetos da Diretoria de Turismo da Prefeitura de Sinop, Marielle Vargas, destacou que a atualização técnica contribui para ampliar a capacidade do município na elaboração de projetos e na captação de investimentos. “Esses encontros proporcionam atualização sobre instrumentos fundamentais para o planejamento e execução de projetos turísticos. O conhecimento adquirido fortalece nossa capacidade de elaborar propostas cada vez mais qualificadas, captar recursos e desenvolver ações que beneficiem tanto os empreendedores quanto toda a cadeia produtiva do turismo”, afirmou.

O presidente do Conselho Municipal de Turismo de Sinop (COMTUR), Mauro Dal Agnol, ressaltou que a participação conjunta entre poder público e iniciativa privada fortalece a governança do setor e amplia as oportunidades para os empreendedores locais. “O turismo se fortalece quando existe integração entre poder público, empresários e sociedade civil. Estar presente nesse atendimento técnico significa compreender melhor as políticas nacionais e trazer esse conhecimento para fortalecer a governança turística de Sinop, ampliando oportunidades para os empreendedores. Também é fundamental que as empresas do setor estejam devidamente regularizadas, especialmente junto ao Cadastur, pois essa condição possibilita o acesso às linhas de crédito e aos programas de incentivo disponibilizados pelo Ministério do Turismo, contribuindo para investimentos e fortalecimento de toda a cadeia turística do município”, disse.

Durante a programação, os participantes tiveram acesso a orientações sobre o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), cadastro oficial do Ministério do Turismo destinado à formalização de empresas e profissionais do setor, e sobre o Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que oferece linhas de financiamento para investimentos em infraestrutura, modernização, ampliação de empreendimentos e capital de gira. A programação também destacou o Mapa do Turismo Brasileiro, instrumento que orienta as políticas públicas e define os municípios prioritários para investimentos e ações do Governo Federal. O evento também ofereceu atendimentos técnicos individualizados com equipes do Ministério do Turismo, Sebrae, Desenvolve MT e instituições parceiras.



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

FMI eleva projeção para PIB do Brasil, mas prevê desaceleração em 2027

Publicados

em


O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou as projeções de crescimento da economia brasileira para 2026 e 2027, mas avalia que o ritmo de expansão perderá força no próximo ano. A atualização consta do relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta quarta-feira (8).

A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro passou de 1,9% para 2,4% em 2026. Para 2027, a previsão subiu de 2% para 2,2%.

Apesar da projeção maior para 2027, o crescimento permanece abaixo da expectativa para este ano, indicando desaceleração da atividade.

Com as novas projeções, as previsões do FMI tornam-se mais otimistas do que as do mercado financeiro, do Ministério da Fazenda e do Banco Central.

Principais números:

  • Crescimento do PIB do Brasil em 2026: 2,4% (contra 1,9% em abril);
  • Crescimento do PIB do Brasil em 2027: 2,2% (contra 2% em abril);
  • Projeção da Fazenda para o PIB em 2026: 2,3%;
  • Projeção do Banco Central: 2%;
  • Projeção do mercado (boletim Focus): 1,99%, em 2026, e 1,69%, em 2027.

O FMI também elevou a previsão para a América Latina e o Caribe, que deve crescer 2,4% em 2026 e 2,7% em 2027. Para as economias emergentes e em desenvolvimento, grupo do qual o Brasil faz parte, a expectativa é de crescimento de 3,8% neste ano e 4,5% no próximo.

Segundo o Fundo, as diferenças entre os países refletem fatores como dependência de commodities (bens primários com cotação internacional), integração às cadeias globais de tecnologia, condições financeiras e exposição ao turismo e ao comércio internacional.

Outros países

Entre as principais economias, o FMI manteve a projeção de crescimento dos Estados Unidos em 2,3%, para 2026, e elevou a estimativa para 2027 para 2,2%.

Na zona do euro, a previsão para 2026 caiu de 1,1% para 0,9%, enquanto a expectativa para 2027 permaneceu em 1,2%.

A China teve revisão positiva, com crescimento estimado em 4,6% em 2026 e 4,1% em 2027. Já a Índia teve leve redução na projeção deste ano, para 6,4%, mas alta na estimativa para 2027, para 6,7%.

Economia global

Para a economia mundial, o FMI reduziu a previsão de crescimento de 2026, de 3,1% para 3%. Em 2027, a expectativa passou para 3,4%, ainda abaixo da média registrada em 2024 e 2025.

O Fundo avalia que a economia global mostrou resiliência diante da guerra no Oriente Médio, mas alerta para riscos ligados à continuidade do conflito, à fragmentação do comércio internacional e às incertezas sobre o avanço da inteligência artificial.

Apesar da resistência da economia global, o relatório destaca que o conflito entre Irã e Estados Unidos terá impacto sobre a inflação global, cujas projeções para 2026 foram elevadas em 0,3 ponto percentual, para 4,7%. Em 2027, a inflação global deve recuar para 3,9%.

Segundo o FMI, os preços da energia permanecem cerca de 25% acima dos níveis observados antes do início da guerra, enquanto o comércio mundial deve desacelerar de 5% em 2025, para 3,5% em 2026, antes de voltar a crescer 4,3% no ano seguinte.



TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA