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Prefeito destaca desenvolvimento econômico de Sinop durante inauguração de novo empreendimento

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O prefeito Roberto Dorner destacou, nesta quinta-feira (02), o fortalecimento da economia de Sinop durante a inauguração do Super Atacado Machado 163. Na ocasião, o chefe do Executivo ressaltou que novos investimentos refletem a confiança do setor empresarial no potencial do município e contribuem diretamente para a geração de emprego, renda e desenvolvimento.

“Sinop necessita de empresas desse porte, que proporcionem emprego para as pessoas e contribuam para o fortalecimento da nossa economia”, pontuou o prefeito.

A nova unidade conta com uma área construída de 20 mil metros quadrados, sendo seis mil metros quadrados destinados exclusivamente ao espaço de vendas, e está instalada em um terreno de 56 mil metros quadrados. Esta é a quarta loja no formato atacarejo do grupo, a oitava unidade em Sinop e a nona da rede.

Localizada na grande região dos Vilas, entre os bairros São Cristóvão e Alto da Glória, a loja oferece mais de 20 mil itens nas prateleiras. A operação será realizada por 350 colaboradores, elevando para mais de 3.600 o número de funcionários do grupo.

Durante a cerimônia, Dorner também enalteceu a trajetória da família Martins, pioneira no município, destacando a contribuição histórica do grupo para o desenvolvimento de Sinop. “Uma família que chegou aqui há muitos anos, abrindo uma pequena porta de madeira e que, hoje, se tornou um grupo empresarial desse tamanho. Isso porque ama o que faz e sabe exatamente o que está construindo”, destacou.

O empresário Irineu Martins também ressaltou a satisfação em entregar mais um empreendimento para a cidade. “É uma alegria, um orgulho e uma satisfação concluir esta obra. Nós a construímos em um ano, faltando apenas dez dias para completar esse prazo, um tempo recorde de construção. Conseguimos concluir e acreditamos que é uma obra que atenderá o bairro, a população e contribuirá para o crescimento da cidade”, disse.

O evento foi acompanhado pela comunidade em geral, além de representantes de entidades e autoridades políticas.



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Projeção de superávit comercial é elevada para US$ 90 bilhões 

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) elevou de US$ 72,1 bilhões para US$ 90 bilhões a projeção de superávit da balança comercial brasileira em 2026.

Se confirmada, a marca será a segunda maior da série histórica, atrás apenas do resultado registrado em 2023, e representará alta de 32,3% em relação ao saldo de US$ 68,1 bilhões obtido em 2025.

A revisão foi anunciada nesta sexta-feira (3), após o governo identificar um desempenho acima do esperado nas exportações e nas importações ao longo do primeiro semestre. As exportações subiram 11,5% nos seis primeiros meses do ano, apesar da guerra no Oriente Médio e da imposição de tarifas pelo governo de Donald Trump.

Projeção revisada

Além da estimativa para o superávit comercial, o MDIC também revisou as projeções para o fluxo de comércio em 2026.

A expectativa é que o Brasil exporte US$ 394,4 bilhões neste ano, US$ 30,2 bilhões acima da previsão divulgada em abril. Para as importações, a projeção passou de US$ 292,1 bilhões para US$ 304,4 bilhões.

Segundo o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do ministério, Herlon Brandão, a revisão reflete a aceleração do comércio exterior brasileiro.

“Observamos uma aceleração dos fluxos, tanto de exportação quanto de importação, que ajudaram a elevar esse valor previsto”, afirmou.

Junho recorde

Os novos números foram divulgados junto com o resultado da balança comercial de junho.

No mês, o Brasil registrou superávit de US$ 9,8 bilhões, resultado impulsionado por exportações recordes de US$ 36,3 bilhões, alta de 24,9% em relação a junho de 2025. As importações somaram US$ 26,5 bilhões, crescimento de 14,4%.

O desempenho foi favorecido principalmente pela indústria extrativa, cujas exportações cresceram 58,4%.

Petróleo impulsiona

O petróleo bruto foi o principal responsável pela expansão das exportações.

Segundo o Mdic, o valor exportado aumentou com a combinação de preços internacionais mais elevados e crescimento do volume embarcado. Na comparação com junho do ano passado, o preço do petróleo subiu 67,6%, enquanto o volume exportado avançou 6,8%.

Também contribuíram para o resultado o crescimento das exportações de soja na agropecuária e o aumento das vendas de carnes, combustíveis e farelo de soja pela indústria de transformação.

Saldo do semestre

Entre janeiro e junho, a balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 42,4 bilhões, acima dos US$ 30,2 bilhões registrados no mesmo período de 2025.

No semestre, as exportações somaram US$ 184,8 bilhões, enquanto as importações alcançaram US$ 142,4 bilhões, reforçando a expectativa do governo de um desempenho recorde do comércio exterior em 2026.



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