Economia
DAE conclui reparo em menos de 24 horas e retoma abastecimento nos bairros afetados pela ETA Imigrantes
Economia
Em menos de 24 horas, o Departamento de Água e Esgoto (DAE) concluiu a manutenção da Captação 5 da Estação de Tratamento de Água (ETA) Imigrantes. Com a conclusão dos serviços, o abastecimento de água nos bairros afetados será retomado gradualmente a partir das 16h desta segunda-feira.
De acordo com o presidente do DAE, Rogério de França Martins, o Rogerinho da Dakar, as equipes atuaram com rapidez para solucionar o problema e restabelecer o sistema. “Tudo foi resolvido de forma rápida. Agora, a ETA está recebendo água bruta para tratamento. Assim que os reservatórios atingirem o nível adequado para garantir a pressão necessária, a distribuição será retomada para todos os bairros afetados”, afirmou.
O rompimento ocorreu na saída da tubulação da Captação 5 da ETA Imigrantes e comprometeu o abastecimento de água em diversas regiões do município no domingo (15).
Os bairros impactados foram:
- 15 de Maio
- Milton Figueiredo
- Portal dos Imigrantes
- Loteamento Campo Verde
- Vida Nova
- Vitória Régia
- Vila Operária
- Santa Cecília
- Sayonara
- Capela do Piçarrão
- Monte Castelo
- 13 de Setembro
- Eliane Gomes
- 7 de Maio
- Souza Lima
- Brasil Novo
- Gilson de Barros
- Gonçalo Botelho
- 24 de Dezembro
- Pequizeiro
- Parque Boa Vista
- Pai André
- Praia Grande
O DAE reforça que o retorno do abastecimento ocorrerá de forma gradual, conforme a recuperação dos níveis dos reservatórios e a normalização da pressão na rede de distribuição.
Galeria de Fotos (1 foto)
Economia
Dólar sobe e fecha perto de R$ 5,15 com aversão a risco
O dólar e a bolsa brasileira encerraram a segunda-feira (14) pressionados pela aversão ao risco nos mercados, em um dia marcado pelo avanço do petróleo, incertezas no cenário político doméstico e tensões geopolíticas. A moeda estadunidense aproximou-se de R$ 5,15, enquanto o Ibovespa caiu quase 1%.

Principais números do dia
- Dólar à vista: R$ 5,149, alta de 0,49%;
- Dólar no ano: baixa acumulada de 6,19%.
- Ibovespa: 185.500,88 pontos, queda de 0,91%;
- Petróleo Brent: US$ 105,68, alta de 1,02%.
Dólar reduz alta
O dólar chegou a subir mais de 1% durante a manhã e atingiu a máxima de R$ 5,183, pouco antes das 11h. A pressão refletiu a valorização da moeda estadunidense no exterior e a busca por ativos considerados mais seguros diante do avanço do petróleo e das tensões geopolíticas.
A cotação perdeu força durante a tarde, chegando à mínima de R$ 5,1414, depois que declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre possíveis negociações com o Irã reduziram parte das preocupações com a oferta global de petróleo.
No exterior, o índice DXY, que acompanha o dólar ante seis moedas fortes, avançava 0,41% no fim da tarde, aos 99,508 pontos.
No Brasil, as incertezas políticas também influenciaram os negócios, em meio à divulgação de pesquisas eleitorais. O mercado também acompanha a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e os desdobramentos das investigações envolvendo o Banco Master. O caso relacionado ao ministro Alexandre de Moraes está previsto para ser analisado pelo plenário do STF nesta terça-feira (15).
No mercado de juros, a expectativa é de redução do diferencial entre as taxas brasileira e estadunidense. O Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) decidirá sobre os juros nos EUA na quarta-feira (17), enquanto o mercado projeta continuidade do ciclo de cortes da Selic.
Bolsa recua
O Ibovespa terminou o pregão em queda de 0,91%, aos 185.500,88 pontos. O índice oscilou entre a mínima de 183.813,36 e a máxima de 187.320,96 pontos. O volume financeiro somou R$ 24,4 bilhões.
A queda foi pressionada principalmente por ações de mineradoras, num ambiente de recuo dos contratos futuros de minério de ferro negociados na China. O cenário político brasileiro também contribuiu para a instabilidade.
No exterior, as preocupações com os riscos relacionados ao avanço da inteligência artificial também afetaram o sentimento dos mercados. Em Nova York, o S&P 500 encerrou o dia com queda de 0,48%.
Petróleo avança
O petróleo foi um dos principais fatores de pressão sobre os mercados. O Brent para novembro chegou a ser negociado a US$ 109,80 durante a manhã, alta próxima de 5%, após novos ataques contra infraestrutura energética da Arábia Saudita e a navios no Oriente Médio.
A cotação perdeu força à tarde com a indicação de possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã e notícias sobre uma eventual suspensão de ataques à infraestrutura energética entre Rússia e Ucrânia.
Ainda assim, o barril do tipo Brent, referência para negociações internacionais, terminou o dia a US$ 105,68, alta de 1,02%. O contrato acumula ganhos superiores a 15% em setembro e de aproximadamente 75% no ano.
A alta do petróleo aumenta as preocupações sobre inflação e pode influenciar as decisões de política monetária das principais economias, mantendo o tema no centro das atenções dos mercados nesta semana.
*Com informações da Reuters
-
Política3 dias atrásPivetta admite possibilidade de boicote no DAE e diz que “já viu de tudo”
-
Agricultura4 dias atrásAlgodão reúne o setor para discutir preços, produtividade e novos mercados
-
Agricultura4 dias atrásMilho pode perder o equivalente a 87 quilos de ureia por hectare
-
Agricultura4 dias atrásAgro ajuda Brasil a fechar agosto com superávit de R$ 37,7 bilhões
-
Agricultura4 dias atrásEstado colhe safra recorde e lidera produtividade da soja no Brasil
-
Política4 dias atrásComissão de Agropecuária aprova 68 itens e promove limpeza da pauta
-
Cidades4 dias atrásDesfile da Emeb Marechal Cândido Rondon emociona comunidade e promove encontro de gerações
-
Política3 dias atrásQuem fiscaliza as eleições no Brasil

