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Várzea Grande recebe R$ 1,5 milhão em emendas para ampliar investimentos na saúde

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A saúde pública de Várzea Grande recebe mais um importante reforço. A prefeita Flávia Moretti recebeu, nesta segunda-feira (1º), em seu gabinete, o deputado estadual Juca do Guaraná, que anunciou a destinação de R$ 1,5 milhão em emendas parlamentares para o município.

Do total, R$ 1 milhão será aplicado na reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Água Vermelha. Outros R$ 500 mil serão destinados à aquisição de equipamentos para a Policlínica do Cristo Rei, fortalecendo a estrutura de atendimento à população.

A prefeita Flávia Moretti destacou que os investimentos são resultado da credibilidade que a gestão vem conquistando junto aos representantes políticos e reforçou o compromisso da administração com a aplicação responsável dos recursos públicos.

“Quando começamos a entregar, fazer reformas, a classe política volta a acreditar em Várzea Grande. Aplicamos o dinheiro público diretamente ao cidadão. Isso faz a diferença. Quando trabalhamos da forma certa, todos passam a acreditar na gestão”, afirmou.

Juca do Guaraná reforçou a importância de fortalecer a rede pública de saúde e afirmou que o município vem superando as expectativas no pouco tempo de gestão da prefeita. Além disso, anunciou que o Governo do Estado já estuda atentamente uma série de novos investimentos para a cidade.

“Estamos acreditando na gestão da prefeita Flávia. Nada resiste ao trabalho. Quero parabenizar essa gestão. Já conversei rapidamente com o governador Pivetta, que está proativo e também quer colocar Várzea Grande no radar dos investimentos. Meses atrás tive uma conversa com a prefeita e ela me mostrou uma unidade entregue no Capão Grande. É isso que queremos: entregar para a população uma saúde com estrutura e qualidade. Esse será um presente para a sociedade”, declarou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Câmara de Várzea Grande nega ser alvo de operação e diz que investigação envolve vereadores

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A Câmara Municipal de Várzea Grande afirmou que não foi alvo direto da Operação Cathedra Venalis, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) na terça-feira (20). Em nota oficial, o Legislativo destacou que não houve cumprimento de mandados de busca e apreensão nas dependências da instituição e atribuiu as diligências a investigações envolvendo individualmente vereadores da Casa.

O posicionamento foi divulgado após a operação atingir parlamentares do município, incluindo o presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira (MDB). A investigação apura suspeitas de corrupção e possíveis negociações de votos na eleição da Mesa Diretora, realizada em maio.

Na manifestação, a Câmara argumentou que as buscas realizadas em residências particulares não significam, por si só, que a estrutura administrativa do Legislativo esteja sob investigação. A instituição ressaltou que cabe a cada parlamentar citado procurar acesso aos autos para conhecer os elementos da apuração e exercer o direito à defesa.

“Em relação aos mandados cumpridos em residências particulares de parlamentares, a Câmara informa que se tratam de apurações no âmbito individual, cabendo a cada vereador citado buscar o devido acesso aos autos para exercer o seu direito à ampla defesa e ao contraditório”, diz trecho da nota.

Casa afirma estar à disposição das autoridades

A Câmara também declarou que permanece disponível para colaborar com os órgãos responsáveis pela investigação e prestar eventuais esclarecimentos. No comunicado, o Legislativo reafirmou o compromisso com a transparência pública e com o cumprimento das normas legais.

A operação apura possíveis irregularidades relacionadas à eleição da Mesa Diretora, quando Wanderley Cerqueira venceu o vereador Lucas do Chapéu do Sol (PL) por 12 votos a 11. O resultado foi posteriormente anulado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação do pleito para o biênio 2027/2028.

As denúncias que deram origem à investigação incluem suspeitas de compra de votos, ameaças e possíveis vantagens indevidas nas articulações anteriores à votação. O procedimento tramita sob responsabilidade do Ministério Público de Mato Grosso, e os fatos ainda dependem de apuração.

A ausência de mandados na sede da Câmara, conforme destacou a instituição, não encerra a investigação nem determina antecipadamente seu alcance. A extensão das apurações e as eventuais responsabilidades individuais serão definidas pelas autoridades competentes.



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