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Projeto Passinho das Artes fortalece cultura e geração de renda durante a ExpoVG

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O projeto Passinho das Artes marcou presença nos quatro dias da ExpoVG 2026, levando ao público uma grande variedade de produtos artesanais produzidos por artistas de Várzea Grande. A iniciativa fortaleceu a economia criativa local, incentivando a comercialização direta entre artesãos e visitantes.

Durante o evento, foram expostos caminhos de mesa, xales, panos de prato, bordados para cozinha, peças em ponto cruz, bonecos artesanais, artigos infantis, obras de arte sacra, biojoias, além de chinelos e bolsas personalizados.

A ação é promovida pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, por meio da Superintendência de Cultura, que vem incentivando o fortalecimento do artesanato local e ampliando a participação do projeto em eventos promovidos pela Prefeitura de Várzea Grande e por outras instituições parceiras.

“A feira fomenta o desenvolvimento econômico, já que grande parte dos participantes tem nos eventos públicos e privados a principal oportunidade para divulgar e comercializar seus trabalhos. Nossa gestão tem apoiado todas as iniciativas culturais do município”, destacou a secretária Maria Fernanda Figueiredo.

A secretária ressaltou ainda que, seguindo as diretrizes da Prefeitura de Várzea Grande, a pasta também atua na realização de edições do Passinho das Artes em locais de grande circulação, como o Várzea Grande Shopping. A iniciativa garante estrutura gratuita para que os artesãos possam divulgar e vender suas produções sem intermediários.

“O apoio da secretaria contribui para fortalecer o cadastro e a profissionalização de dezenas de artesãos locais. Além disso, assegura a preservação dos saberes e das tradições culturais do município, transformando a produção artesanal em uma alternativa concreta de geração de renda e valorização cultural”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Orçamento de 2027 limita reajuste real de servidores públicos

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A estimativa de déficit primário em R$ 52 bilhões em 2026 fez o governo federal propor, em 2027, um gatilho para o crescimento das despesas com servidores públicos. Os pagamentos não poderão crescer 0,6% acima da inflação.

A medida consta do projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, enviado nesta segunda-feira (31) ao Congresso Nacional.

Instituído pelo Artigo 6 do arcabouço fiscal, o mecanismo é acionado quando o governo registra déficit primário, resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública. Como houve resultado negativo em 2025 e há previsão de novo déficit em 2026, a limitação deverá valer para 2027.

O gatilho só poderá deixar de ser aplicado quando as contas públicas voltarem a registrar superávit primário.

Limite aos salários

Pela regra, enquanto houver déficit primário até 2030, as despesas com pessoal não poderão crescer mais de 0,6% ao ano acima da inflação. O limite abrange gastos com servidores ativos, aposentados e pensionistas, mas não abrange o pagamento com sentenças judiciais, nas quais estão incluídas os precatórios.

Na prática, a regra impede que o governo conceda, em 2027, reajustes que representem ganho real para o funcionalismo federal, caso as contas permaneçam no vermelho.

Como funciona

O déficit primário ocorre quando as receitas do governo ficam abaixo das despesas, sem considerar o pagamento de juros da dívida pública. Já o superávit primário acontece quando as receitas superam as despesas, também sem levar em conta os juros.

O arcabouço fiscal, aprovado em 2023, estabelece que o crescimento das despesas deve corresponder a até 70% da alta das receitas, respeitado o limite de 2,5% ao ano acima da inflação.

No fim de 2024, o Congresso aprovou novas regras para reforçar o controle das contas públicas. Entre elas está a restrição a incentivos e benefícios tributários em caso de déficit primário, além do limite para o crescimento das despesas com pessoal.

Acordo com categorias

A restrição ocorre após o governo ter firmado, em 2024, acordos salariais com a maior parte dos servidores do Executivo federal. As negociações contemplaram reajustes para 2025 e 2026 e reestruturações de carreiras.

Na época, o governo informou que os acordos alcançavam 98,2% dos servidores federais. A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, afirmou que as negociações garantiriam a reposição da inflação durante o mandato, além de ganho real para as categorias.

Com a nova limitação fiscal, porém, o espaço para novos aumentos acima da inflação em 2027 fica reduzido enquanto o governo permanecer em situação de déficit primário.

 



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