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Projeto Passinho das Artes fortalece cultura e geração de renda durante a ExpoVG

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O projeto Passinho das Artes marcou presença nos quatro dias da ExpoVG 2026, levando ao público uma grande variedade de produtos artesanais produzidos por artistas de Várzea Grande. A iniciativa fortaleceu a economia criativa local, incentivando a comercialização direta entre artesãos e visitantes.

Durante o evento, foram expostos caminhos de mesa, xales, panos de prato, bordados para cozinha, peças em ponto cruz, bonecos artesanais, artigos infantis, obras de arte sacra, biojoias, além de chinelos e bolsas personalizados.

A ação é promovida pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, por meio da Superintendência de Cultura, que vem incentivando o fortalecimento do artesanato local e ampliando a participação do projeto em eventos promovidos pela Prefeitura de Várzea Grande e por outras instituições parceiras.

“A feira fomenta o desenvolvimento econômico, já que grande parte dos participantes tem nos eventos públicos e privados a principal oportunidade para divulgar e comercializar seus trabalhos. Nossa gestão tem apoiado todas as iniciativas culturais do município”, destacou a secretária Maria Fernanda Figueiredo.

A secretária ressaltou ainda que, seguindo as diretrizes da Prefeitura de Várzea Grande, a pasta também atua na realização de edições do Passinho das Artes em locais de grande circulação, como o Várzea Grande Shopping. A iniciativa garante estrutura gratuita para que os artesãos possam divulgar e vender suas produções sem intermediários.

“O apoio da secretaria contribui para fortalecer o cadastro e a profissionalização de dezenas de artesãos locais. Além disso, assegura a preservação dos saberes e das tradições culturais do município, transformando a produção artesanal em uma alternativa concreta de geração de renda e valorização cultural”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Atividade econômica tem alta de 0,3% em agosto, mostra IBC-Br

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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador usado para acompanhar a evolução da economia brasileira, ficou estável com variação de 0,3% em agosto de 2026 na comparação com julho, informou nesta sexta-feira (16) o Banco Central.

Em relação a agosto de 2025, o indicador registrou crescimento de 1,2%. Nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 1,6%.

As informações que compõem o indicador abrangem os setores da indústria, de serviços e da agropecuária, além dos impostos sobre produtos.

Em agosto, a agropecuária recuou 1,8% em relação a julho. No mesmo período, a indústria avançou 0,9%, enquanto o setor de serviços variou 0,2%. Os impostos sobre produtos subiram 0,1%.

Excluindo a agropecuária, o IBC-Br variou 0,3% no mês.

Segundo os dados divulgados, os resultados de agosto, na comparação com julho, foram os seguintes:

  • IBC-Br: 0,3%
  • Agropecuária: -1,8%
  • Indústria: 0,9%
  • Serviços: 0,2%
  • Impostos: 0,1%
  • IBC-Br ex-agropecuária: 0,3%

Comparação anual

Já na comparação com agosto de 2025, o indicador apresentou avanço de 1,2%. Nesse tipo de comparação, o resultado mostra que a atividade econômica ficou acima do nível registrado no mesmo mês do ano passado.

Entre os setores, na comparação com o mesmo período do ano anterior, a agropecuária teve alta de 5,8%; os serviços avançaram 1,3%; a indústria cresceu 0,4% e os impostos aumentaram 0,3%.

Sem a agropecuária, o IBC-Br registrou alta de 0,9%.

Veja a variação do índice na comparação com agosto de 2025:

  • IBC-Br: 1,2%
  • Agropecuária: 5,8%
  • Indústria: 0,4%
  • Serviços: 1,3%
  • Impostos: 0,3%
  • IBC-Br ex-agropecuária: 0,9%

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, o indicador registra crescimento de 1,6%. Em 12 meses, a expansão também é de 1,6%. No trimestre encerrado em agosto, ante o trimestre terminado em maio, o IBC-Br apresentou variação negativa de 0,6%.

O índice

Considerado uma espécie de termômetro da economia, o IBC-Br reúne informações dos setores de indústria, serviços, agropecuária e impostos sobre produtos.

O indicador é complementar ao Produto Interno Bruto (PIB) e permite acompanhar a evolução da atividade econômica com maior frequência.

 



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