Economia

Várzea Grande intensifica manutenção viária com tapa-buracos e patrolamento em cinco regiões

Publicado em

Economia


A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Viação e Obras, intensificou nesta quinta-feira (14), véspera do aniversário de 159 anos do município, as ações de manutenção e recuperação das vias públicas em diferentes regiões da cidade.

As equipes executam serviços de operação tapa-buracos nos bairros Chapéu do Sol e Jardim Manaíra. Já os trabalhos de patrolamento estão sendo realizados no distrito da Passagem da Conceição e nos bairros Jardim Petrópolis e Jardim Manancial, com o objetivo de melhorar as condições de trafegabilidade para motoristas e pedestres.

Além das frentes de recuperação viária, o Município também mantém equipes atuando na limpeza de bocas de lobo em diversos pontos da cidade, reforçando a drenagem urbana e prevenindo alagamentos.

De acordo com o secretário municipal de Viação e Obras, Celso Pereira, os serviços seguem um cronograma diário para atender todas as regiões de Várzea Grande.

“Estamos presentes em todas as regiões da cidade. Diariamente, conforme o cronograma da secretaria, nossas equipes atendem os bairros com o objetivo de regularizar e melhorar as condições das vias públicas”, destacou o secretário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

Dólar recua, bolsa cai e petróleo dispara com tensão no Oriente Médio

Publicados

em


O dólar fechou em leve queda frente ao real, enquanto a bolsa caiu quase 1% e o petróleo avançou mais de 5% nesta quarta-feira (8), num dia marcado pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. A alta do petróleo ajudou a limitar as perdas da moeda brasileira, mas o ambiente de maior aversão ao risco pressionou a Bolsa.

Principais números:

  • Dólar: -0,09%, a R$ 5,148
  • Ibovespa: -0,79%, aos 170.653 pontos
  • Petróleo Brent: +5,20%, a US$ 78,02 o barril
  • Petróleo WTI: +4,37%, a US$ 73,52 o barril

Câmbio

Após alternar entre altas e baixas pela manhã, o dólar perdeu força ao longo da sessão e encerrou o dia cotado a R$ 5,148, em queda de 0,09%. A moeda abriu na máxima do dia, a R$ 5,184, caiu para R$ 5,137 por volta das 10h10 e oscilou entre R$ 5,14 e R$ 5,16 ao longo da quarta-feira.

O movimento ocorreu apesar do fortalecimento do dólar diante de outras moedas emergentes. O real voltou a apresentar desempenho relativamente melhor, favorecido pela valorização do petróleo, já que o Brasil é exportador líquido da commodity (bem primário no mercado internacional). A alta dos preços melhora a perspectiva para as contas externas do país e ajuda a reduzir a pressão sobre o câmbio.

No exterior, a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o Banco Central estadunidense) reforçou a preocupação do órgão com a inflação e manteve as incertezas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos, sustentando os rendimentos dos títulos do Tesouro americano (Treasuries).

Tradicionalmente, juros altos nas Treasuries pressionam o dólar para cima. No entanto, a alta do petróleo ajudou a conter a pressão aqui no Brasil.

Bolsa

O Ibovespa caiu 0,79% e encerrou o pregão aos 170.653 pontos, pressionado pelo aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais.

A escalada das tensões no Oriente Médio e a perspectiva de juros elevados por mais tempo nos Estados Unidos reduziram o apetite por ativos de maior risco.

As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa, encontraram suporte na valorização do petróleo, mas o desempenho não foi suficiente para impedir a queda do principal índice da B3.

Petróleo

Os contratos internacionais de petróleo fecharam em forte alta, atingindo os maiores níveis desde 22 de junho.

O Brent, referência global, avançou 5,20%, para US$ 78,02 o barril. O do tipo WTI, do Texas, subiu 4,37%, para US$ 73,52 o barril.

Os preços reagiram ao agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã, após novos ataques na região do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa uma parcela significativa da produção mundial de petróleo.

O temor de interrupções na oferta voltou a elevar o prêmio de risco do combustível, mantendo o mercado atento aos desdobramentos do conflito.

*Com informações da Reuters



TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA

Copyright © 2026 - Todos os direitos reservados ao portal Afolhanews