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Flamengo e Palmeiras dominam atenções da 13ª rodada do Brasileirão

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A 13ª rodada do Campeonato Brasileiro promete fortes emoções neste domingo (26), com atenção especial voltada para Palmeiras e Flamengo, líderes técnicos da competição e protagonistas de uma rivalidade que movimenta torcidas em todo o país. Ambos jogam fora de casa, em compromissos que podem mexer diretamente na disputa pelas primeiras posições da tabela.

Palmeiras visita o Bragantino para manter liderança isolada

O Palmeiras, atual líder com 29 pontos e dono de uma campanha praticamente impecável – são nove vitórias, dois empates e apenas uma derrota – encara o Red Bull Bragantino, às 18h30, no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista.

Mesmo como visitante, o Verdão chega pressionado a manter a ponta e a ótima sequência recente, enquanto o Bragantino busca somar pontos para subir na tabela e encerrar a noite com um resultado que reanime sua torcida.

O duelo terá transmissão exclusiva do Premiere.

Flamengo enfrenta o Atlético-MG no Mineirão em jogo de alta intensidade

Pouco depois, às 20h30, é a vez de o Flamengo entrar em campo. O rubro-negro encara o Atlético-MG, no Mineirão, em um confronto sempre marcado por equilíbrio e tensão.

O Flamengo chega embalado pela manutenção da invencibilidade no campeonato e vive uma sequência pesada na temporada: segundo o UOL, o clube terá quase uma “volta ao mundo” em viagens ao longo dos próximos jogos. Dentro de campo, porém, a equipe busca manter consistência para encostar de vez no Palmeiras na disputa pelo topo.

Clássicos nacionais e tabela em ebulição

Além dos jogos de Palmeiras e Flamengo, a rodada deste domingo conta ainda com:

  • Corinthians x Vasco – 16h
  • Grêmio x Coritiba – 16h
  • Athletico-PR x Vitória – 18h30
  • Fluminense x Chapecoense – 20h30

A disputa pelo G-4 está totalmente em aberto, enquanto diversos clubes tentam escapar da zona de risco. A combinação dos resultados deste domingo deve redesenhar a classificação e intensificar ainda mais a pressão sobre as equipes na próxima semana.

Expectativa elevada para os gigantes

Palmeiras e Flamengo entraram na temporada cercados de expectativas, ambos preservando elencos competitivos e campanhas sólidas tanto no Brasileirão quanto em outras competições. Qualquer tropeço nesta rodada pode custar caro, especialmente com adversários diretos mantendo ritmo forte.

TABELA DO BRASILEIRÃO 2026

Classificação P J V E D GP GC SG %
1 Palmeiras 29 12 9 2 1 22 10 12 81
2 Flamengo 23 11 7 2 2 20 10 10 70
3 Fluminense 23 12 7 2 3 21 15 6 64
4 São Paulo 23 13 7 2 4 17 11 6 59
5 Bahia 21 12 6 3 3 17 14 3 58
6 Athletico-PR 19 12 6 1 5 17 14 3 53
7 Coritiba 19 12 5 4 3 15 12 3 53
8 Red Bull Bragantino 17 12 5 2 5 15 14 1 47
9 Botafogo 17 12 5 2 5 24 20 4 47
10 Vasco 16 12 4 4 4 18 18 0 44
11 Cruzeiro 16 13 4 5 4 17 21 -4 41
12 Vitória 15 11 4 3 4 11 14 -3 45
13 Atlético-MG 14 12 4 2 6 14 15 -1 39
14 Internacional 14 13 3 5 5 12 14 -2 36
15 Santos 14 13 3 5 5 18 21 -3 36
16 Grêmio 13 12 3 4 5 14 16 -2 36
17 Corinthians 12 12 2 6 4 8 11 -3 33
18 Mirassol 9 12 2 3 7 13 18 -5 25
19 Remo 8 13 1 5 7 13 23 -10 21
20 Chapecoense 8 11 1 5 5 11 22 -11 24

Fonte: Esportes



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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

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Durante muito tempo, falar em obesidade significava olhar apenas para o peso e para o IMC. Hoje sabemos que isso é insuficiente.

Duas pessoas com o mesmo peso podem ter condições completamente diferentes. Uma pode apresentar boa massa muscular e força preservada. A outra pode acumular gordura, especialmente abdominal, enquanto perde músculo e capacidade funcional.

Essa combinação é chamada de obesidade sarcopênica.

Ela reúne dois problemas importantes: excesso de gordura corporal e redução da massa ou da força muscular. Além de aumentar o risco de fragilidade, quedas, diabetes e doenças cardiovasculares, novas evidências mostram que essa condição também pode estar associada a maior risco de demência.

O que a ciência mostra :

 

Um grande estudo publicado na revista Clinical Nutrition avaliou dados de centenas de milhares de pessoas e analisou a relação entre composição corporal, força muscular e desenvolvimento de demência.

Os resultados mostraram que tanto a sarcopenia isolada quanto a obesidade sarcopênica estavam associadas a um risco maior de declínio cognitivo. Um dos achados mais relevantes foi a importância da força de preensão manual, medida por dinamometria.

Quanto menor a força e quanto maior sua redução ao longo dos anos ,maior foi o risco observado.

Isso reforça uma mudança importante na forma de avaliar a saúde: Não basta saber quanto peso uma pessoa perdeu. Precisamos saber quanto músculo e quanta força ela conseguiu preservar.

Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?

 

Uma perda de peso mal conduzida pode incluir perda significativa de massa muscular, principalmente em pessoas mais velhas, sedentárias, submetidas a dietas muito restritivas ou a tratamentos sem acompanhamento adequado.

Mesmo com o avanço dos medicamentos para obesidade, o objetivo não deve ser apenas reduzir o número na balança. O tratamento precisa preservar músculo, reduzir gordura visceral, melhorar o metabolismo e manter a autonomia.

O paciente não deve apenas ficar mais leve. Deve ficar mais saudável, mais forte e funcionalmente mais capaz.

Por que o músculo influencia a saúde cerebral?

A relação entre músculo e cérebro é complexa, mas alguns mecanismos ajudam a explicá-la.

A perda muscular pode piorar a resistência à insulina, reduzir o gasto energético, aumentar o sedentarismo e favorecer inflamação crônica. Ao mesmo tempo, fatores como hipertensão, diabetes, apneia do sono e colesterol elevado afetam os vasos sanguíneos que irrigam tanto o coração quanto o cérebro.

Por isso, preservar músculo é muito mais do que uma questão estética. É uma estratégia de proteção metabólica, cardiovascular, funcional e possivelmente cognitiva.

Como enfrentar cientificamente esse problema ?

 

O primeiro passo é avaliar mais do que o peso. Circunferência abdominal, composição corporal, força de preensão, velocidade da marcha, capacidade funcional e exames cardiometabólicos ajudam a identificar riscos que o IMC isolado não mostra.

O treinamento de força deve ocupar posição central. Caminhar é importante, mas pode não ser suficiente para preservar ou recuperar massa muscular. Exercícios resistidos, progressivos e individualizados são fundamentais.

A alimentação também precisa garantir quantidade adequada de proteínas e energia, distribuídas ao longo do dia e ajustadas à idade, função renal, rotina e condição clínica.

Além disso, é essencial tratar fatores que aceleram a perda muscular e o envelhecimento vascular, como sedentarismo, diabetes, hipertensão, alterações do sono, tabagismo e obesidade visceral.

Envelhecer bem ,exige preservar força

A obesidade sarcopênica mostra por que o cuidado não pode ser fragmentado. Peso, metabolismo, coração, músculo e cérebro fazem parte do mesmo sistema.

Entendemos que o acompanhamento precisa ir além da balança. Avaliamos composição corporal, força, risco cardiovascular, alimentação, sono, rotina e capacidade funcional para construir estratégias verdadeiramente individualizadas.

Porque o objetivo não é apenas perder peso. É preservar autonomia, proteger o cérebro, fortalecer o corpo e construir saúde antes que a doença se manifeste.

 

Saúde não é sorte. É rotina.

Dr. Max Wagner de LimaCardiologista — CRM 6194 | RQE 2308
Prevenção cardiovascular, cardiometabolismo e medicina de antecipação.

Maristela Luft — CRN -16431Nutricionista e Mestre em nutrição clínica, composição corporal e cuidado cardiometabólico.



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