Economia
Anac estabelece restrições para transporte de power banks em aviões
Economia
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) atualizou as regras para o transporte de carregadores portáteis (power banks) em voos. O objetivo é aumentar a segurança das operações aéreas. 

Segundo a Anac, as medidas têm o objetivo de reduzir o risco de incêndios em cabine, pois as baterias de lítio podem apresentar falhas que levam ao superaquecimento.
A portaria regulatória que revisa regras já existentes foi publicada no Diário Oficial da União. A revisão incorporou as novas especificações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci) sobre o transporte desses itens.
As novas regras estabelecem:
- Power banks devem ser transportados exclusivamente na bagagem de mão (regra já existente, agora reforçada);
- Cada passageiro poderá transportar, no máximo, dois power banks;
- Equipamentos devem ter capacidade de até 100Wh;
- Modelos entre 100 Wh e 160 Wh precisarão de autorização prévia da companhia aérea;
- Modelos superiores a 160 Wh são proibidos e deverão ser descartados antes da entrada na aeronave;
- Power banks não devem ser utilizados para carregar outros eletrônicos a bordo da aeronave;
- Power banks devem estar protegidos contra curto-circuito, com os terminais isolados ou na embalagem original;
- É proibido recarregar power banks a bordo da aeronave.
A Anac orienta que passageiros entrem em contato com as empresas aéreas antes de embarcar portando power banks.
Para mais informações sobre itens permitidos e restrições no transporte aéreo, consulte o site da Anac.
Economia
Petrobras reajusta combustível de aviação em R$ 0,45 por litro
A Petrobras anunciou reajuste médio de 7,2% no querosene de aviação vendido às distribuidoras, a partir deste domingo (1°). Isso corresponde a um aumento de R$ 0,45 por litro em relação ao mês anterior.

Em outubro, o combustível utilizado em aviões e helicópteros já havia sofrido reajuste médio de 11,76%, ou 0,65 centavos por litro.
A estatal tem participação de cerca de 85% na produção do QAV nacional, mas o mercado é aberto à livre concorrência, sem restrições para outras empresas atuarem como produtoras ou importadoras.
De acordo com a companhia, o reajuste se deve ao aumento da cotação internacional do combustível, “em um cenário de intensificação das tensões geopolíticas no Oriente Médio e de redução da capacidade de refino na Rússia e na Ucrânia em decorrência do conflito entre os dois países.”
A Petrobras ressalvou, em nota, que as variações acumuladas no Brasil são menores do que as observadas no mercado internacional, onde os reajustes chegam a ser diários, desde o início do conflito no Oriente Médio. Aqui, o valor é reajustado mensalmente.
A companhia disse também que segue uma “fórmula paramétrica prevista em contrato”, que vem amortecendo as oscilações de curto prazo, “resultando em reajustes mais moderados do que os observados internacionalmente.”
Apesar disso, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas, a participação do QAV nos custos operacionais das companhias brasileiras subiu de 30% para mais de 45% desde o início dos conflitos no Oriente Médio.
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