Polícia
Operação Integrada apreende 450 kg e causam prejuízo de R$ 12,5 milhões às facções criminosas em MT
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Uma operação Integrada do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Polícia Militar e a Polícia Federal, com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), apreendeu nesta terça-feira (7.4) cerca de 450 quilos de pasta base de cocaína na zona rural de Gaúcha do Norte (a 595 km de Cuiabá).
A apreensão causou um prejuízo de R$ 12,5 milhões às facções criminosas.
Além da droga, foi apreendido um avião de pequeno porte, que estava sendo utilizado para o transporte do entorpecente. Quatro pessoas, de 34, 39, 56 e 66 anos, sendo três brasileiro e um estrangeiro, suspeitos de dar apoio ao transporte dos entorpecentes foram presos.
Após receber informações da Polícia Federal sobre uma aeronave que teria pousado em uma pista clandestina para reabastecimento em uma propriedade rural, em Gaúcha do Norte, equipe do Gefron e Polícia Militar chegaram até o local antes da decolagem e impedindo o voo.
O coordenador-adjunto do Gefron, tenente coronel PM Airton Feitosa destacou os resultados alcançados pelas forças de segurança durante a integração de forças de segurança estaduais e federais.
“Essa apreensão demonstra o quanto a integração entre as forças de segurança é necessária e o quanto isso tem surtido muito efeito no estado de Mato Grosso”, afirmou o coronel.
A droga, a aeronave e os presos foram encaminhados à Superintendência da Polícia Federal em Cuiabá, onde permanecem à disposição da Justiça.
O delegado da Polícia Federal, Daniel Pereira, detalhou que os presos serão interrogados, o procedimento é formalizado e encaminhado pela Justiça Federal para encerramento dos autos de prisão flagrante.
A operação também contou com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (Ficco) e Polícia Militar do estado do Amazonas.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Emenda de Lúdio é aprovada e vai garantir R$ 1,5 bilhão para casas populares em MT
Nesta quarta-feira (28), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em primeira votação, uma emenda articulada pelo deputado estadual Lúdio Cabral (PT) com lideranças partidárias para vincular o investimento de R$ 1,5 bilhão em habitação de interesse social a um empréstimo nesse mesmo valor a ser contraído pelo Governo do Estado. A emenda alterou o projeto de lei nº 795/2026, de autoria do Poder Executivo.
“No discurso, o governador disse que esses recursos seriam para habitação, mas não é, o empréstimo é para obras de infraestrutura. Eu fiz uma emenda que, felizmente, foi acatada: já que a linha de financiamento é para infraestrutura e para saneamento e não é para habitação, a emenda deixa muito claro que o Estado aplicará em ações e programas de habitação de interesse social, portanto moradia para a população mais vulnerável, recursos do Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) em montante equivalente ao valor da operação de crédito”, disse Lúdio.
O projeto foi enviado em junho pelo governador. O texto prevê uma operação de crédito de R$ 1,5 bilhão com a Caixa Econômica Federal por meio da linha Financiamento à Infraestrutura e Saneamento (Finisa). Lúdio pontuou que o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 prevê esses recursos na Nova Rota do Oeste, uma empresa controlada pelo Governo de Mato Grosso e que opera a concessão da BR-163 de Itiquira até Sinop.
A emenda diz que “o Estado aplicará, em ações e programas de habitação de interesse social, recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação – Fethab em montante equivalente ao valor da operação de crédito autorizada por esta Lei, na mesma programação financeira da operação de crédito”.
Empréstimo caro – Lúdio criticou as condições do empréstimo com a Caixa previstos no PL nº 795/2026, com carência de apenas 12 meses, prazo para pagamento em 10 anos e, em especial, a taxa de juros do CDI mais 0,9%, o que daria juros de 13,75% ao ano, o que corresponde à taxa básica de juros, a Selic.
“A taxa de juros da Selic para investimentos públicos costuma ser usada por municípios e Estados que estejam em dificuldade financeira. Não há sentido para Mato Grosso buscar esse tipo de empréstimo com essa taxa, que hoje está em 13,75%. Normalmente, a taxa é de no máximo 6%, com uma carência longa e aqui é uma carência curta, de apenas 12 meses, e o prazo para pagar é de 10 anos, quando geralmente os prazos são de até 30 anos para pagar”, explicou Lúdio.
O deputado ponderou que votou favorável ao projeto após a inclusão de sua emenda, já que está garantida a aplicação de R$ 1,5 bilhão para casas populares.
“Vou votar favorável, porque o discurso é de que é para habitação, a emenda que nós aprovamos aqui será para habitação de interesse social para a população mais vulnerável, que não recebeu uma moradia sequer do Estado nesses últimos oito anos. Vamos fiscalizar isso e eu espero que até a segunda e última votação a gente mantenha a emenda que nós aprovamos e eu espero que, na LOA, a gente assegure esse recurso para habitação de interesse social, porque lá na Nova Rota do Oeste não é para isso”, finalizou.
Fonte: ALMT – MT
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