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PM PRENDE HOMENS EM FLAGRANTE POR PORTE ILEGAL DE ARMA, PILOTAR SEM CNH E EM POSSE DE ENTORPECENTES

Os indivíduos foram avistados com atitude suspeitas cada uma motocicleta, em seguida os policiais acompanharam e foi feita a abordagem

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Foto: PMMT

Nesta terça-feira (14) a Polícia Militar prendeu dois suspeitos durante a Operação Tolerância Zero, na Avenida das Torres em Cuiabá. Os indivíduos foram avistados com atitude suspeitas cada uma motocicleta, em seguida os policiais acompanharam e foi feita a abordagem.

Em posse de um do suspeito Carlos Daniel, o que pilotava a moto Honda 125 a PM apreendeu um revólver Cal. 32 com numeração raspada e três munições intactas, uma porção de cocaína, uma pedra de pasta base e uma quantia de R$ 367,00 em espécie.

Já com suspeito Pedro Henrique estava em uma moto Honda CBX 250 informou aos policiais de que ambos não possuem CNH.

As motocicletas estavam com placas adulteradas como também licenciamento vencido.

Diante dos fatos os suspeitos foram algemados e presos em flagrante, e direcionados a delegacia para serem tomadas as providências cabíveis.

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Bruno Rios registra boletim contra Wanderley e afirma que não responderá por atos do presidente

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O vereador Bruno Rios (PL) registrou um boletim de ocorrência contra o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), após relatar ter sido ameaçado durante uma sessão legislativa na terça-feira (20). O episódio ocorreu poucas horas depois da deflagração da Operação Cathedra Venalis, que investiga suspeitas de corrupção e compra de votos relacionadas à eleição da Mesa Diretora.

Em entrevista concedida nesta quarta-feira (21), Bruno afirmou que Wanderley deu um tapa em seu ombro esquerdo e disse que ele iria “pagar”. O vereador declarou que não aceita ser responsabilizado pelas investigações que atingem o presidente do Legislativo.

“Ele me falando: ‘Você vai me pagar, meu filho’. Naquele momento, eu simplesmente indaguei: ‘Pagar o quê? O que eu estou te devendo?’. Não estou te devendo nada. Não adianta o senhor querer procurar em mim culpado pelos seus atos”, relatou.

Bruno afirmou que pretende encaminhar o registro policial aos responsáveis pela investigação. Segundo ele, a abordagem ocorreu em meio à repercussão da operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que colocou Wanderley entre os alvos.

“Eu respondo pelos meus atos e não pelos seus atos. Eu acredito que tudo que está acontecendo foi em decorrência dos atos dele e do grupo dele, pelo formato de fazer aquela política”, declarou.

Durante a entrevista, Bruno também negou ter sido responsável pela denúncia que deu origem à investigação do Gaeco. Ele explicou que sua atuação contra Wanderley ocorreu por meio de medidas judiciais relacionadas à eleição da Mesa Diretora.

“Eu sou autor da ação no STF e dos mandados de segurança. Desses eu sou autor”, afirmou.

O parlamentar disse ainda que não teve acesso integral ao inquérito e que busca consultar os documentos para compreender os elementos reunidos pelos investigadores.

A Operação Cathedra Venalis apura suspeitas de compra de votos, corrupção e possível atuação de uma organização criminosa na disputa pelo comando da Câmara de Várzea Grande. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão contra vereadores do município e também alcançou parlamentares de Cuiabá.

Disputa pela Mesa Diretora continua

Além do boletim de ocorrência, Bruno voltou a cobrar a convocação de uma nova eleição para a Mesa Diretora. A votação realizada em maio, que terminou com a vitória de Wanderley por 12 votos a 11, foi anulada posteriormente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O vereador sustenta que o presidente precisa convocar um novo pleito e afirma que o grupo liderado por Lucas do Chapéu do Sol (PL) mantém a candidatura para a disputa.

“A eleição está nula e ele tem que convocar a nova eleição”, declarou.

Bruno também criticou a articulação política que antecedeu a votação de maio e questionou a realização de uma reunião de vereadores em uma chácara antes do pleito. Segundo ele, o grupo de Wanderley teria alimentado a expectativa de que a prefeita Flávia Moretti (PL) seria cassada pela Justiça Eleitoral e que integrantes do grupo poderiam ocupar cargos na administração municipal. Essas afirmações representam a versão do vereador e não devem ser confundidas com fatos comprovados pela investigação.

O boletim de ocorrência formaliza a denúncia de Bruno sobre a suposta ameaça. A apuração do episódio e das suspeitas relacionadas à eleição da Mesa Diretora cabe às autoridades competentes.



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