Mato Grosso
“Sou engenheiro por formação e estou governador do estado, não é minha atribuição fazer receita de medicamento”, declarou Mendes.
Mato Grosso
Da Redação.
Em meio as polêmicas referente as indicações de medicamentos para combater o coronavírus, o governador Mauro Mendes utilizou de astúcia ao responder: “sou engenheiro por formação e estou governador do estado, não é minha atribuição fazer receita de medicamento”, declarou Mendes.
Enquanto o mundo ainda espera por uma vacina que venha combater o coronavírus, muitas pessoas da área da saúde ou não, estão defendendo a utilização do medicamento denominado de cloroquina.
“Cloroquina é um medicamento usado no tratamento e profilaxia de malária em regiões onde a malária é susceptível ao seu efeito”.
O grande problema na atualidade, é que a indicação ou não, pela utilização do medicamento, mais parece uma questão de bandeira ideológica partidária, sem um objetivo concreto de levar melhores condições a saúde da população.
“Mauro Mendes ainda disse que cloroquina tem no estado, mas a decisão de utilizar ou não, é do médico”.
No momento em que milhares de pessoas estão sendo vítima do “inimigo invisível, coronavírus”, ainda existe momentos mais absurdos que a morte de um ente querido, como ações voltadas com o cunho político, e o mais absurdo, são pessoas utilizando da situação para o enriquecimento ilícito, com casos de corrupção explodindo para todos os lados do Brasil.
O governador Mauro Mendes foi muito feliz ao responder sobre as suas competências e atribuições, o popular “cada macaco no seu galho”, de “achometro”, o mundo está cheio, é melhor deixar os profissionais, especialistas em suas determinadas áreas, realizarem os seus trabalhos.
Para um alento, e motivação de esperança a humanidade, os veículos de comunicação nacional e internacional, começaram a divulgar nesta semana, os resultados animadores da primeira vacina contra o coronavírus, que foram testadas em humanos.
Agora sim, se tudo der certo, com um medicamento elaborado e testado cientificamente, os “governantes” poderão fazer suas indicações, só falta mesmo com o medicamento adequado, insistir na cloroquina, por uma simples questão de antipatia.
Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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