propagandas irregulares

Aplicativo Pardal registra 282 denúncias na primeira semana de funcionamento

Cuiabá registra 18 denúncias e Várzea Grande 9

Publicado em

Política

Foto: Laura Machado/g1

Em sete dias de uso o aplicativo Pardal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), recebeu 282 denúncias, somente de candidatos de Mato Grosso, de propagandas irregulares nas eleições. O aplicativo começou a ser utilizado no último dia 16.

A cidade de Sinop foi a que mais recebeu denúncias, 34, seguida por Comodoro com 29. A cidade de Vera e araguaiana com 19. Cuiabá registra 18, Guarantã do Norte com 15, Tabaporã possui 12 e Várzea Grande recebeu 9 denúncias.

Confira abaixo a lista completa.

Pardal Móvel
No Pardal Móvel, disponível para smartphone e tablet, é possível denunciar propaganda eleitoral irregular na internet e outras formas de propaganda inadequada, devidamente especificadas pelo próprio aplicativo.

ACORIZAL – 3

ALTA FLORESTA – 3

ARAGUAIANA – 19

ARENÁPOLIS – 1

ARIPUANÃ – 8

BARRA DO BUGRES – 9

BRASNORTE -12

CAMPO NOVO DO PARECIS – 1

CAMPOS DE JÚLIO – 2

COMODORO – 29

CUIABÁ – 18

CÁCERES – 1

GUARANTÃ DO NORTE – 15

JURUENA – 11

LUCAS DO RIO VERDE – 1

MIRASSOL D’OESTE – 8

NOBRES – 1

NOVA CANAÃ DO NORTE – 8

NOVA MARILÂNDIA – 1

NOVA OLÍMPIA 7

PEIXOTO DE AZEVEDO 10

POCONÉ 9

PORTO ALEGRE DO NORTE 4

PORTO ESPERIDIÃO 6

PRIMAVERA DO LESTE 4

RONDONÓPOLIS – 4

SANTA RITA DO TRIVELATO- 1

SAPEZAL – 4

SINOP – 34

SORRISO – 2

TABAPORÃ – 12

VERA – 19

VILA RICA – 6

VÁRZEA GRANDE – 9

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

Publicados

em


O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA