DISPUTA ALENCASTRO

Justiça ordena que Abílio retire de comitê propaganda com imagens de Bolsonaro e Michelle

Juiz manda que grupo de Abílio Brunini (PL) pare de veicular propaganda irregular com imagens do ex-presidente Jair Bolsonaro

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Política

Reprodução Olhar Direto

O juiz Moacir Rogério Tortato atendeu pedido da Coligação do candidato a prefeito de Cuiabá, Eduardo Botelho (UNIÃO), determinando que o grupo de Abílio Brunini (PL) pare de veicular propaganda irregular com imagens do ex-presidente Jair Bolsonaro em seu comitê de campanha. Botelho e Abílio disputam a prefeitura de Cuiabá.
Segundo os autos, grupo de Abílio está realizando propaganda eleitoral expressamente vedada pela legislação eleitoral, consistindo na colocação de várias propagandas eleitorais em tamanhos e forma não permitidos.
É altamente perceptível que imagens do ex-presidente Jair Bolsonaro estão instaladas no imóvel que será o comitê de campanha do candidato Abílio Brunini, na Avenida Miguel Sutil. “É possível perceber que além de uma propaganda enorme emoldurada de azul com letreiro em branco e amarelo com o nome do candidato a Prefeito, da Vice e seu número de urna, ainda ostenta um grande letreiro com o slogan ‘Eu Amo Cuiabá’ , duas placas enormes ostentando as imagens do ex-Presidente Jair Bolsonaro e da ex-Primeira Dama Michele Bolsonaro e ainda uma placa, um pouco menor, afixada já na calçada também com a imagem do ex-Presidente”, diz trecho dos autos.
Juiz Moacir Rogério, em decisão proferida na tarde de domingo (18), citou possível violação das normas de propaganda eleitoral, “demonstrada pelas fotografias e pela postagem do candidato”.
“O periculum in mora é evidente, pois a manutenção das propagandas irregulares compromete a paridade de armas na eleição, afetando a igualdade de condições entre os candidatos e o normal andamento do pleito”, destacou o magistrado.
Juiz determinou remoção de todas as propagandas eleitorais irregulares localizadas no imóvel. Ainda, que o representado Abílio Brunini remova a publicação do Instagram que veicula a publicidade irregular.

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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