sem concorrentes

Mato Grosso possui 9 cidades com apenas 1 candidato à disputa de prefeito

A legislação eleitoral permite

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Política

Reprodução Montagem Olhar Direto

O período de campanha eleitoral, iniciado na última sexta-feira (16) e que se estende até a véspera do primeiro turno, em outubro, sempre foi caracterizado por intensos debates entre candidatos e membros de partidos políticos. Isso é a tônica nesse importante período eleitoral, e isso tem um claro objetivo, o de mobilizar eleitores, aumentando ou até mesmo diminuindo, claramente, as chances de vitória nas urnas.

Só que essa importante dinâmica política/eleitoral será diferente para os eleitores de nove cidades mato-grossenses, onde apenas um candidato — ou candidata — oficializou sua candidatura dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral. Assim, em cada um desses municípios haverá apenas um candidato à prefeitura, o que implica que, independentemente do tamanho da cidade ou do eleitorado, os candidatos serão eleitos se receberem pelo menos um voto (inclusive o próprio). Outra curiosidade, é que em todas as nove cidades, os postulantes buscam a reeleição.

Confira os municípios onde haverá chapa única:

Apiacás – JÚLIO (MDB)

Castanheira – JUNINHO (UNIÃO)

Denise – MAROM (UNIÃO)

Lambari D’Oeste – MARCELINHO DA BEM ESTAR (UNIÃO)

Marcelândia – CELSO PADOVANI (UNIÃO)

Ponte Branca – CLENEI PEREIRA (UNIÃO)

Porto dos Gaúchos – VANDERLEI DE ABREU (MDB)

Santa Terezinha – THIAGO ENGENHEIRO (PSB)

São Pedro da Cipa – EDUARDO PORTUGUÊS (PSB)

 

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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